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Privatização da CP Carga e subconcessão da Carris e Metro assinadas na próxima semana

O secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, afirmou que a privatização da CP Carga e a subconcessão da Carris e do Metro vão ser assinadas na próxima semana.

(Arquivo)

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Sérgio Monteiro referiu que os dois processos vão ficar assinados antes do final da legislatura, seguindo depois os "trâmites administrativos" normais para os casos.

"A privatização da CP Carga terá o acordo de compra e venda assinado na segunda-feira e subconcessão do Metro e Carris será assinada na quarta-feira. Ficam os processos assinados e depois seguem-se os trâmites administrativos, com a subconcessão a ser enviada para o Tribunal de Contas e privatização para a Autoridade da Concorrência", afirmou, à margem da assinatura do Consórcio 'ViaLisboa', que decorreu no Barreiro.

A MSC Rail - Operadores Ferroviários, que o Governo anunciou ter vencido a corrida à privatização da CP Carga, é uma participada da MSC Portugal, pertencente ao gigante mundial MSC - Mediterranean Shipping Company, um dos maiores armadores mundiais.

A MSC Rail (Portugal - Operadores Ferroviários, SA) foi criada em dezembro de 2012 pela MSC Portugal para fazer o transporte ferroviário de contentores entre o porto de Sines e os terminais do Entroncamento (da MSC) e da Bobadela, até então feitos pela CP, o que permitiu à empresa consolidar a sua posição de líder na tabela nacional por volume de contentores.

Atualmente, um dos principais clientes da CP Carga, a MSC - Operadores Ferroviários foi um dos três candidatos à privatização da CP Carga - juntamente com a Atena Equity Partners SCR, S.A. e a Cofihold Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A. - que passaram à fase de negociações com o Governo e foi anunciada como a vencedora no processo.

Em junho passado, o Governo anunciou que o grupo espanhol Avanza venceu o concurso para subconcessão da Carris e do Metro de Lisboa, garantindo que a operação vai implicar uma poupança anual para o Estado superior a 25 milhões de euros e mais de 215 milhões de euros durante o período de concessão, que é de oito anos.

Lusa

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