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BPI cria nova sociedade para gerir participações nos bancos africanos

O Banco BPI apresentou um projeto de cisão que visa criar uma nova sociedade que vai gerir as participações que detém no Banco de Fomento Angola (BFA), no Banco Comercial e de Investimentos (BCI), em Moçambique, e no BPI Moçambique.

"Através desta operação será destacado do Banco BPI o conjunto patrimonial que integra as participações sociais correspondentes a 50,1% do capital social do Banco de Fomento Angola (BFA), a 30% do capital social no Banco Comercial e de Investimentos e a 100% do capital social no BPI Moçambique - Sociedade de Investimento", anunciou hoje em comunicado o banco liderado por Fernando Ulrich.

Para a "Nova Sociedade", como o banco a designou, vão ser também transferidos os ativos e posições jurídicas relacionados com a atividade das unidades económicas que vão ser destacadas.

A Nova Sociedade terá um capital social de 46 milhões de euros (1,45 mil milhões de ações com um valor de emissão unitário de 0,03170603647 euros) e, na data de produção de efeitos da cisão, "será atribuída aos acionistas do Banco BPI uma ação da Nova Sociedade por cada ação do Banco BPI detida", revelou o banco.

"As ações da Nova Sociedade serão objeto de pedido de admissão à negociação no Euronext Lisbon", informou o BPI.

Além de alertar que este projeto de cisão só avança depois das necessárias autorizações (quer dos acionistas, quer dos credores, quer dos reguladores), o banco avançou ainda com uma outra novidade ao mercado.

"O Conselho de Administração tomou conhecimento de uma manifestação de interesse em adquirir uma participação minoritária no capital social do BFA", revelou.

E acrescentou: "A esse propósito, e sem prejuízo do prosseguimento do processo da operação de cisão acima referida, o Conselho de Administração manifestou a sua disponibilidade para receber e analisar uma proposta que concretize a referida manifestação de interesse, bem como propostas de outras entidades que permitam alcançar uma solução para a situação referida no primeiro parágrafo".

Ora, no primeiro parágrafo mencionado no comunicado disponibilizado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) o BPI explicou que este projeto de cisão tem por objetivo "solucionar a ultrapassagem do limite dos grandes riscos" relacionados com a operação angolana do banco, depois de terem sido revistas as regras europeias sobre a exposição de instituições bancárias da União Europeia (UE) a entidades que atuam noutros países.

Lusa

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