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Portugal emite dívida de longo prazo na próxima semana

Portugal regressa ao mercado na próxima quarta-feira, com duas emissões de dívida pública de longo prazo, realizando um leilão de Obrigações do Tesouro (OT) a 10 anos e outro a 22, esperando captar até 1250 milhões de euros.

Portugal espera arrecadar até 2000 milhões de euros em OT e até 3.750 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro (BT) até ao final do ano, totalizando 5750 milhões de euros, segundo o programa de financiamento do último trimestre de 2015 divulgado no início desta semana pela agência liderada por Cristina Casalinho. (Arquivo)

Portugal espera arrecadar até 2000 milhões de euros em OT e até 3.750 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro (BT) até ao final do ano, totalizando 5750 milhões de euros, segundo o programa de financiamento do último trimestre de 2015 divulgado no início desta semana pela agência liderada por Cristina Casalinho. (Arquivo)

© Darren Staples / Reuters

Em comunicado hoje emitido, a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) refere que "vai realizar no próximo dia 14 de outubro pelas 10:30 horas dois leilões das OT com maturidade em 15 de outubro de 2025 e 15 de abril de 2037, com um montante indicativo global entre 1000 milhões e 1.250 milhões de euros".

Portugal espera arrecadar até 2000 milhões de euros em OT e até 3.750 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro (BT) até ao final do ano, totalizando 5750 milhões de euros, segundo o programa de financiamento do último trimestre de 2015 divulgado no início desta semana pela agência liderada por Cristina Casalinho.

No final de setembro, o IGCP informou que vai reavaliar a intenção de pagar antecipadamente ao Fundo Monetário Internacional (FMI) este ano e que vai alterar o seu plano de financiamento, prevendo agora obter mais 1.300 milhões de euros.

Numa apresentação a investidores, a agência que gere a dívida pública portuguesa refere que o adiamento da venda do Novo Banco não "altera significativamente" a estratégia de financiamento para o resto deste ano, mas admite que aumenta as necessidades de financiamento líquidas do Estado português e que vai "revisitar" a ideia de pagar mais cedo o empréstimo ao FMI.

O Governo tinha dado a entender que queria avançar com um terceiro reembolso antecipado ao FMI no final do ano, o que poderá agora ser adiado. Nesta altura, o IGCP disse que espera ter uma almofada financeira acima de 8.000 milhões de euros no final de 2015.

Lusa

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