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Novos aviões da SATA deverão estar operacionais até 15 de janeiro

O presidente do conselho de administração do grupo SATA declarou este domingo que os novos aviões A330 que vão suportar a sua frota de longo curso deverão estar operacionais entre 15 de dezembro e 15 de janeiro de 2016.

(Arquivo)

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LUSA

Em declarações à agência Lusa, na sequência da sua deslocação a Manchester (Inglaterra), onde teve a oportunidade de observar a primeira das duas novas aeronaves A330, Luís Parreirão referiu que a operação de 'leasing' que irá permitir a vinda das duas aeronaves - cuja parte final ainda está a ser negociada, deverá gerar encargos mensais entre os 350 e 400 mil euros.

O responsável máximo pelo grupo SATA declarou que se está perante um "novo ciclo" em que o grupo SATA quer "servir ainda melhor" os seus passageiros e "retribuir" o suporte dos Açores e dos açorianos.

Luís Parreirão explicou que ambos os A330, que surgem no âmbito do plano de negócios a cinco anos da SATA, vão assim juntar-se aos restantes três A320 da 'Azores Airlines', nova empresa do grupo.

Os A330, que vão substituir os A310 da companhia, têm capacidade para um total de 284 passageiros, um volume de carga de 136 metros cúbicos e, apesar do custo com combustível ser maior, em comparação, por exemplo, com o Boeing 767-300ER, torna-se mais económico porque transporta um maior número de passageiros e em maior conforto.

O primeiro A330 visualizado no hangar do aeroporto de Manchester, ostenta, de acordo com Luís Parreirão, um novo visual assente no verde e na imagem de um cachalote, ambos elementos distintivos dos Açores, onde a companhia nasceu há 75 anos.

O aparelho apresenta assim, em cada um dos seus lados, um cachalote a verde, alusivo a uma região ambientalmente sustentável como é a açoriana.

O presidente do grupo SATA reafirma que tanto a companhia como os seus trabalhadores, bem como o seu acionista, o Governo dos Açores, estão determinados em servir mais e ainda melhor os seus passageiros.

O grupo SATA vai passar a utilizar aviões A330 nas rotas de longo curso para garantir um serviço "mais fiável e mais qualificado", tendo esta opção sido assumida com base num estudo técnico-operacional da responsabilidade de consultora especializada e do Instituto Superior da Educação e Ciências.

Questionado sobre a 'performance' do grupo SATA em regime de mercado aberto (as rotas de Ponta Delgada e Terceira foram liberalizadas ao abrigo do novo modelo de transporte aéreo entre os Açores e o continente), Luís Parreirão manifestou que está "otimista" com a resposta que está a ser dada, graças ao "empenho e dedicação" dos seus trabalhadores.

A SATA não é a única companhia aérea a operar com aviões A330, uma vez que em Portugal a operadora nacional TAP (14 aparelhos), a Hifly (seis) e a Orbest (um) já possuem este tipo de aeronave.

Lusa

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