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Fundo russo Letter One propõe fusão entre brasileira Oi e TIM

A Oi recebeu uma proposta do fundo russo Letter One na qual este diz estar disponível para injetar 4 mil milhões de dólares caso a brasileira, onde a Pharol detém 27,18%, avance com uma fusão com a TIM.

© Nacho Doce / Reuters

A Oi recebeu "ao final da última sexta-feira, 23 de outubro, de sociedade integrante do grupo de investimentos Letter One uma carta contendo proposta de exclusividade para potencial transação com o fim específico de possibilitar uma consolidação do setor de telecomunicações no mercado brasileiro envolvendo uma potencial combinação de negócios com a TIM Participações", lê-se num comunicado hoje divulgado pela operadora brasileira e divulgado pelo regulador português.

O documento acrescenta que, na proposta, a Letter One, do milionário Mikhail Fridman, "estaria disposta a realizar um aporte de até 4 mil milhões de dólares [3,6 mil milhões de euros] na Oi, condicionada à operação de consolidação" com a TIM, controlada pela Telecom Itália.

A proposta foi enviada pelo BTG Pactual, assessor financeiro, à comissão executiva e ao Conselho de Administração da Oi e "será devidamente analisada pela companhia", em conjunto com os seus assessores legais e financeiros.

A Oi diz que manterá informados os seus acionistas e o mercado se houver qualquer decisão sobre o assunto ou sobre quaisquer eventos relevantes relacionados com a operação.

Pelas 11:15 em Lisboa, as ações da Pharol (antiga PT SGPS) seguiam a registar fortes ganhos, a valorizarem-se 10,09% para 0,37 euros, num dia em que já trocaram de mãos 21,13 milhões de títulos da empresa.

Segundo fonte oficial da empresa, com a atual proposta, "os atuais acionistas não verão diluída a sua posição"

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