sicnot

Perfil

Economia

BCP exclui necessidade de aumento de capital no banco polaco

O Bank Millennium na Polónia, controlado pelo BCP, vai sentir "impacto" das decisões políticas que o novo governo daquele país anunciou, mas está "bem capitalizado", pelo que não vai ser necessário um reforço do capital, afirmou hoje Nuno Amado.

© Hugo Correia / Reuters

"O banco está bem capitalizado, pensamos que não é preciso nenhum aumento de capital na Polónia", disse o presidente do BCP, durante a apresentação das contas da instituição financeira nos primeiros nove meses do ano.

Ainda assim, Nuno Amado admitiu que a mudança política na Polónia "tem impactos, logicamente", apontando desde logo para a "legislação que possa sair sobre a convertabilidade dos empréstimos de francos suíços em zlotys".

E realçou: "Vai haver negociações [entre o governo polaco e a banca] e esperamos um acordo racional e razoável. Apostamos muito nesse processo [negocial]".

Quanto ao lançamento de um imposto extraordinário sobre o setor financeiro polaco, o líder do BCP sublinhou que essa "é uma decisão clara das autoridades", mas que a gestão do banco português aguarda "serenamente" pelos detalhes do mesmo, esperando que reine o "bom senso".

De resto, Nuno Amado disse que está convencido que "já foram descontados esses impactos no valor das ações do banco" polaco, reforçando que "tudo parece apontar para que o banco esteja bem capitalizado".

O BCP detém 50,1% do Millennium Bank.

Lusa

  • Polícias ameaçam com protestos no arranque do campeonato
    1:24

    País

    Os agentes da PSP ameaçam boicotar a presença nos jogos do campeonato da Primeira e Segunda ligas que começam em 15 dias. Os agentes colocam em causa o atual modelo de policiamento no futebol, que faz com que muitos dos profissionais da PSP trabalhem sem remuneração em dia de folga.

  • 700 milhões para armamento e equipamento militar
    1:16

    País

    Portugal vai investir nos próximos anos 700 milhões de euros em armas e equipamento militar. Segundo a imprensa de hoje, o objetivo é colocar algumas áreas das Forças Armadas a um nível similar ao dos outros aliados da NATO. É o maior volume de programas de aquisição dos últimos anos e parte das verbas vão beneficiar a indústria portuguesa que fabrica aviões, navios-patrulha, rádios e sistemas de comando e controlo.

  • Princesa Diana morreu há 20 anos. Filhos falam pela 1ª vez da intimidade
    1:15