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Regulador chinês suspende ações da dona do BESI por suspeitas de utilização de informação privilegiada

A negociação das ações do grupo chinês Haitong, que adquiriu o banco de investimento português BESI, foi hoje suspensa nas bolsas de Xangai e de Hong Kong, por suspeita de crime de utilização de informação privilegiada.

Reuters/Arquivo

Reuters/Arquivo

© Aly Song / Reuters

As suspeitas foram avançadas pela Comissão Reguladora do Mercado de Valores da China, que anunciou no mesmo dia que uma das maiores corretoras do país, a Guosen Securities, está a ser investigada por alegada "violação das regras".

As corretoras chinesas têm sido alvo de apertado escrutínio pelas autoridades do país desde que, entre meados de junho e o dia 09 de julho, a bolsa de Xangai desvalorizou 30%, depois de ter avançado 150% no espaço de um ano.

A volatilidade da principal praça financeira do país levou as autoridades a lançar uma dura campanha contra a manipulação de preços, operações de venda a descoberto e informação privilegiada.

Hoje, a bolsa de Xangai, principal praça financeira da China, fechou a cair 5,48%, para 3.436,30 pontos, contrariando a tendência positiva registada nas últimas semanas.

A Haitong, empresa financeira estatal com sede em Xangai, concluiu este ano a compra da totalidade do capital do Banco Espírito Santo de Investimento (BESI), ao Novo Banco, por 379 milhões de euros.

Em setembro passado, a empresa foi confiscada em 28,65 milhões de yuans (3,9 milhões de euros) provenientes de lucros considerados ilegais pelo regulador da China, tendo pago uma coima avaliada em 85,96 milhões de yuans (11,9 milhões de euros).

Lusa

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