sicnot

Perfil

Economia

Meta do défice para 2015 não foi cumprida e são precisas medidas adicionais

O Conselho de Ministros decidiu que são precisas medidas adicionais para o cumprimento da meta abaixo dos 3% e para que o país possa sair do procedimento por défices excessivos instaurado pela União Europeia. A meta de 2,7% não foi cumprida, disse o ministro das Finanças.

MIGUEL A. LOPES/ LUSA ( ARQUIVO)

No final da reunião do Conselho de Ministros, Mário Centeno reafirmou a vontade do Governo de conseguir que o défice de 2015 fique abaixo dos 3%.

Os ministérios estão impedidos de gastar o dinheiro que ainda resta e as administrações públicas vão contar com menos 46 milhões de euros.

Governo mantém défice de 2,8% para 2016

Quanto ao próximo ano, o ministro das Finanças adianta que mantém o objetivo de 2,8%, sem que sejam necessárias outras medidas.

"A forma como elaborámos o exercício orçamental que sustenta o Programa de Governo partia de uma estimativa para o défice em 2015 próxima do objetivo que nós neste momento queremos alcançar, que são os 3%, e com isso a saída do Procedimento de Défices Excessivos", afirmou Mário Centeno. "Esta meta que agora nos propomos [3%] não tem, não traz nenhuma perturbação às medidas a incluir no Orçamento de 2016", acrescentou.

As Grandes Opções do Plano serão entregues até à 1ª quinzena de janeiro.

EM ATUALIZAÇÃO/Com Lusa

  • Medidas adicionais para manter défice abaixo de 3%
    0:58

    Economia

    O ministro das Finanças acaba de confirmar que não é possível atingir um défice de 2,7% este ano. Mário Centeno diz que vão ser precisas medidas adicionais, com reforço da contenção do lado da despesa, para pelo menos tentar que o buraco das contas fique abaixo dos 3%. O Governo adotará medidas de "congelamento de processos pendentes de descativações e transições de saldo de gerência considerados não urgentes", referiu Mário Centeno.

  • BCE autoriza CGD a avançar com recapitalização

    Caso CGD

    A Caixa Geral de Depósitos informou esta sexta-feira que vai prosseguir com as operações da primeira fase do aumento de capital, depois de ter obtido autorização para isso junto do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco de Portugal.

  • Turista italiano assassinado em favela do Rio de Janeiro
    1:01

    Mundo

    Um turista italiano de 52 anos foi assassinado numa favela do Rio de Janeiro, no Brasil, enquanto viajava com um amigo. Após várias horas com o gangue autor do crime, o amigo que se encontrava com a vítima acabou por ser libertado.

  • O anúncio de natal que está a emocionar o mundo
    1:47