sicnot

Perfil

Economia

Mais de 105 mil pessoas perderam direito aos Rendimento Social de Iinserção em 4 anos

Mais de 105 mil pessoas perderam o direito a receber o Rendimento Social de Inserção (RSI) nos últimos quatro anos, havendo atualmente mais de 206 mil beneficiários, segundo dados do Instituto de Segurança Social (ISS) hoje divulgados.

(Arquivo)

(Arquivo)

Os dados da Segurança Social, que não eram atualizados desde julho na sua página da internet, referem que em novembro 206.163 pessoas recebiam o RSI, menos 150 face ao mês anterior (-0,07%) e menos 232 relativamente ao mês homólogo de 2014 (-0,11%).

Comparando com novembro de 2011, verifica-se uma quebra de 51% no número de beneficiários que beneficiam desta prestação social.

De acordo com a informação disponível na página da internet do ISS, com dados atualizados a 16 de dezembro, em novembro de 2011 havia 311.333 pessoas com direito a RSI, mais 105.170 beneficiários do que em novembro deste ano.

A maior parte dos beneficiários reside no distrito do Porto (60.151), seguido do distrito de Lisboa (36.616), dos Açores (17.865) e do distrito de Setúbal (17.472).

Segundo a Segurança Social, o número de famílias com direito ao RSI baixou 26,1% nos últimos quatro anos, passando de 117.465 em novembro de 2011, para 93.132 em novembro deste ano.

Face ao mês de outubro, menos 78 famílias beneficiaram desta prestação social em novembro (-0.08%). Relativamente ao mês homólogo do ano anterior, essa quebra foi de 3,4%, o que se traduziu em menos 3.216 famílias a receberem RSI.

As famílias estão maioritariamente concentradas nos distritos do Porto (27.333), Lisboa (18.873) e Setúbal (8.015) e nos Açores (6.186).

O valor médio recebido por cada beneficiário em novembro fixou-se nos 94,74 euros e por família em 214,04 euros.

Lusa

  • As mulheres na clandestinidade durante o Estado Novo
    7:32

    País

    Não se sabe quantas mulheres portuguesas viveram na clandestinidade durante o Estado Novo, mas estiveram sempre lado a lado com os homens que trabalhavam para o Partido Comunista na luta contra a ditadura. Aceitavam serem separadas dos filhos e mudarem de identidade várias vezes ao longo dos anos. A história de algumas destas mulheres estão agora reunidas num livro que acaba de ser lançado.