sicnot

Perfil

Economia

Salário mínimo avança sem acordo entre Governo e parceiros sociais

O salário mínimo nacional (SMN) vai aumentar para os 530 euros em janeiro de 2016, apesar da ausência de um acordo entre o Governo e os parceiros sociais, garantiu o ministro do Trabalho, Vieira da Silva.

M\303\201RIO CRUZ

Na ausência de um acordo entre patrões, sindicatos e executivo, "o Governo irá fixar o SMN na próxima reunião do Conselho de Ministros e a 01 de janeiro haverá uma subida do SMN para os portugueses", assegurou Vieira da Silva.

O facto de não ter sido possível chegar a um acordo leva a que o Governo não possa estender para 2016 o desconto de 0,75 pontos percentuais da Taxa Social Única (TSU) das empresas, disse o ministro.

  • Os (maus) hábitos do português ao volante
    1:31

    País

    Os condutores portugueses estão a usar cada vez mais o carro e cada vez menos os transportes públicos. Um inquérito apresentado esta terça-feira pelo Automóvel Clube de Portugal (ACP) mostra que quase metade dos inquiridos admite falar ao telemóvel enquanto conduz e cerca de um quinto já adormeceu ao volante enquanto conduzia.

  • E os nomeados são... conhecidos hoje

    Cultura

    São, esta terça-feira, conhecidos os nomeados para os Óscares. O anúncio vai ser feito a partir de Los Angeles quando forem 13h00 em Lisboa e seguido em direto numa emissão especial da SIC Notícias.

    Aqui a partir das 13:00

  • Centeno promete avançar com reformas para a zona euro
    1:45

    Economia

    Mário Centeno liderou esta segunda-feira a primeira reunião do Eurogrupo. O ministro das Finanças português prometeu pôr mãos à obra para reformar a zona euro e, sem se comprometer com datas, deixou a porta entreaberta à entrada da Bulgária na zona euro.

  • "Shutdown" nos EUA chegou ao fim
    1:05
  • Papa pede perdão a vítimas de abusos por ter usado expressão "menos feliz"
    1:21

    Mundo

    No final da visita à América Latina, já no avião de regresso a Roma, o Papa Francisco pediu desculpa às vítimas de abusos sexuais no Chile. O líder da Igreja católica considerou que utilzou uma expressão menos "feliz" quando saiu em defesa do bispo Juan Barros, exigindo "provas" a quem o acusa de não ter agido.