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Pharol avança em tribunal com ação de responsabilidade contra a Deloitte

A Pharol (antiga PT SGPS) deu entrada no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa uma ação de responsabilidade contra a Deloitte devido aos investimentos na Rioforte, do Grupo Espírito Santo.

(SIC/ Arquivo)

Nesta ação "é peticionada indemnização correspondente à diferença entre o valor de 897.000.000,00 euros e aquele que a Pharol vier a receber no âmbito do processo de insolvência da Rioforte, bem como os demais danos que se vierem a apurar e acrescido dos juros de mora vincendos, contabilizados desde a data da citação até efetivo e integral pagamento", lê-se no comunicado da Pharol.

A entrada da ação resulta da deliberação do Conselho de Administração de 27 de maio de 2015. A Pharol admite ainda vir a responsabilizar outros administradores.


Neste sentido, refere que não fica prejudicado o direito de "vir a responsabilizar outros administradores eleitos para o triénio 2012/2014 ou terceiros que, de alguma forma, tenham tido responsabilidade por danos causados [...], em consequência e/ou relacionados com investimentos na Rioforte ou instrumentos de dívida emitidos por entidades integrantes do Grupo Espírito Santo".

A 2 de outubro, a Pharol anunciou que tinha dado entrada no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa a primeira ação de responsabilidade contra os ex-administradores Henrique Granadeiro, Pacheco de Melo e Amílcar Pires devido aos investimentos na Rioforte.

Em causa está o investimento em papel comercial da Rioforte, do Grupo Espírito Santo, que entre várias consequências, levou à saída de Henrique Granadeiro e Luís Pacheco de Melo da PT.

Outro dos visados, Amílcar Morais Pires, administrador financeiro do Banco Espírito Santo (BES), era administrador na PT em nome do banco, que era um dos acionistas de referência da operadora de telecomunicações.

Com Lusa

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