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Fidelidade torna-se primeira empresa portuguesa a poder investir na bolsa chinesa

A seguradora Fidelidade tornou-se a primeira empresa portuguesa a ter exposição direta ao mercado de capitais chinês, após ter recebido uma quota de 700 milhões de dólares para investir nas bolsas de Xangai e de Shenzhen.

Trata-se de uma quota superior à atribuída a "tubarões" como o Morgan Stanley, JP Morgan e Goldman Sachs, também autorizados a investir no mercado chinês através do mecanismo Qualified Foreign Institutional Investor (QFII).

Aquele programa, criado em 2003, permite a um grupo restrito de entidades estrangeiras investir em 'A Shares' denominadas na moeda chinesa (yuan) e compreende 81,1 mil milhões de dólares em capital.

Composto por 294 empresas, abrange os maiores bancos e seguradoras do mundo, desde os Estados Unidos à Austrália.

"A Fidelidade passa assim a ser a companhia de seguros estrangeira com maior quota para investir no mercado de capitais chinês", notou à Lusa Pedro Dinis, analista português da Z-Ben Advisors, uma consultora com sede em Xangai.

A empresa comprada à Caixa Geral de Depósitos (CGD) em 2014 pelo Fosun, considerado um dos mais lucrativos consórcios privados da China, detém cerca de 30% do mercado segurador português.

"Este processo visa reduzir a exposição da Fidelidade ao Grupo CGD, com o objetivo de passar a ser usada como um veículo de investimento do Fosun", comentou Dinis.

"A Fidelidade poderá agora oferecer aos clientes a possibilidade de investir no mercado de capitais chinês, desenhando produtos para tal, investir por si mesma, ou alugar parte da quota a outros grupos portugueses", disse.

O mercado de capitais chinês está entre os mais isolados do mundo, devido ao rigoroso controlo dos fluxos de capital imposto pelas autoridades do país.

É também um dos mais voláteis: desde o início de 2016 desvalorizou-se quase 20% e em agosto passado recuou 40%, depois de ter avançado 150% no espaço de quase um ano.

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