sicnot

Perfil

Economia

Governo quer aumentar imposto de selo em 50% para crédito ao consumo

O Governo pretende aumentar o Imposto de Selo que incide apenas sobre as transações financeiras de crédito ao consumo em 50%, procurando uma "maior contenção ao endividamento das famílias", disse esta sexta-feira o ministro das Finanças, Mário Centeno.

"É uma alteração fiscal que atualiza o valor do imposto específico em 3% e que tem impacto ao longo da cadeia de preços", disse Mário Centeno.

"É uma alteração fiscal que atualiza o valor do imposto específico em 3% e que tem impacto ao longo da cadeia de preços", disse Mário Centeno.

Lusa

"Em relação ao Imposto ao Crédito ao Consumo, trata-se de um agravamento de 50% do Imposto de Selo que incide apenas nas transações financeiras de crédito ao consumo", afirmou Mário Centeno, em conferência de imprensa de apresentação do esboço de Orçamento do Estado para 2016, tendo a medida como objetivo uma "maior contenção de endividamento das famílias".

Além disso, o Governo pretende alterar o Imposto sobre o Tabaco, alterando a "fórmula do que tecnicamente se chama imposto mínimo, que hoje em dia apenas tem impacto numa parcela do imposto, que é cobrado e que passa a incluir também o IVA [Imposto sobre o Valor Acrescentado]", explicou o ministro.

"É uma alteração fiscal que atualiza o valor do imposto específico em 3% e que tem impacto ao longo da cadeia de preços", disse Mário Centeno.

Lusa

  • Mação volta a enfrentar dias de pânico
    3:33
  • Fogo obrigou à evacuação de 6 aldeias do concelho do Sardoal
    1:56

    País

    O incêndio que chegou ao Sardoal obrigou à evacuação de seis aldeias. As pessoas foram encaminhadas para as instalações da Santa Casa da Misericórdia e vão regressando ao longo do dia de hoje. A A23 foi reaberta de madrugada, depois de ter estado várias horas cortada nos dois sentidos .

  • Ministra admite que a maioria dos incêndios começaram por mão humana
    1:57

    País

    A Ministra da Administração Interna admitiu esta quarta-feira que a maioria dos incêndios deste ano começaram por mão humana, mas Constança Urbano de Sousa entende que é cedo para tirar outras conclusões. Já o vice-presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Adelino Gomes, diz que não há duvidas e fala em terrorismo organizado. 

  • Sismo na região de Lisboa sentido num raio de 150km
    3:19