sicnot

Perfil

Economia

Governo quer aumentar imposto de selo em 50% para crédito ao consumo

O Governo pretende aumentar o Imposto de Selo que incide apenas sobre as transações financeiras de crédito ao consumo em 50%, procurando uma "maior contenção ao endividamento das famílias", disse esta sexta-feira o ministro das Finanças, Mário Centeno.

"É uma alteração fiscal que atualiza o valor do imposto específico em 3% e que tem impacto ao longo da cadeia de preços", disse Mário Centeno.

"É uma alteração fiscal que atualiza o valor do imposto específico em 3% e que tem impacto ao longo da cadeia de preços", disse Mário Centeno.

Lusa

"Em relação ao Imposto ao Crédito ao Consumo, trata-se de um agravamento de 50% do Imposto de Selo que incide apenas nas transações financeiras de crédito ao consumo", afirmou Mário Centeno, em conferência de imprensa de apresentação do esboço de Orçamento do Estado para 2016, tendo a medida como objetivo uma "maior contenção de endividamento das famílias".

Além disso, o Governo pretende alterar o Imposto sobre o Tabaco, alterando a "fórmula do que tecnicamente se chama imposto mínimo, que hoje em dia apenas tem impacto numa parcela do imposto, que é cobrado e que passa a incluir também o IVA [Imposto sobre o Valor Acrescentado]", explicou o ministro.

"É uma alteração fiscal que atualiza o valor do imposto específico em 3% e que tem impacto ao longo da cadeia de preços", disse Mário Centeno.

Lusa

  • Sporting de Braga eliminado da Liga Europa
    2:01
  • Dissolução da União Soviética aconteceu há 25 anos

    Mundo

    Assinalaram-se esta quinta-feira 25 anos desde o fim do acordo que sustentava a União Soviética. A crise começou em 80, mas aprofundou-se nos anos 90 com a ascensão de movimentos nacionalistas em praticamente todas as repúblicas soviéticas.