sicnot

Perfil

Economia

Turistas estrangeiros representaram 66% das dormidas em Portugal em 2015

Portugal registou 55,6 milhões de dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico em 2015, um aumento de 0,5% face ao ano anterior, que se deve aos turistas não-residentes, que representaram 66% das dormidas turísticas, revela o Eurostat.

reuters

De acordo com dados hoje divulgados pelo gabinete oficial de estatísticas da União Europeia, a UE deverá ter registado em 2015 um novo máximo de cerca de 2,8 mil milhões de noites passadas em estabelecimentos de alojamento turístico, um aumento de 3,2% face a 2014, com a Espanha a liderar a lista em termos absolutos (421 milhões de dormidas), seguida de França (413 milhões), Itália (385) e Alemanha (379).

Com 36,5 milhões de dormidas de turistas não-residentes, Portugal é o sexto país com uma maior proporção de turistas estrangeiros, significativamente acima da média comunitária (de 46%) e apenas superado pelas ilhas do Mediterrâneo Malta (96%) e Chipre (94%), e por Croácia (92%), Grécia (79%) e Áustria (71%).

Na comparação entre 2014 e 2015, Portugal registou uma subida de 1,7% das noites passadas em estabelecimentos turísticos por não-residentes, mas um decréscimo de 1,8% no que se refere turistas nacionais (19,1 milhões de dormidas).

  • Incêndio de Setúbal "quase dominado"
    4:04

    País

    O incêndio que deflagrou segunda-feira em Setúbal está "quase dominado", segundo informações da presidente da Câmara. Maria das Dores Meira diz que não há feridos a registar e que os habitantes já vão regressando a casa. Para ajudar no combate ao fogo foram enviados meios de Lisboa.

  • "Lancei um tema que os portugueses há muito queriam discutir"
    11:26
  • Danos Colaterais 
    18:55
    Reportagem Especial

    Reportagem Especial

    Jornal da Noite

    Nos últimos oito anos a banca perdeu 12 mil profissionais. A dimensão de despedimentos no setor é a segunda maior da economia portuguesa, só ultrapassada pela construção civil. A etapa mais complexa da história começou em 2008, com a nacionalização do BPN. Desde então, as saídas têm sido a regra. A reportagem especial desta terça-feira, "Danos Colaterais", dá voz aos despedidos da banca.