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China quer construir centrais nucleares flutuantes

A China planeia construir duas centrais nucleares flutuantes como parte dos seus esforços para duplicar a sua capacidade atómica até 2020, revelou hoje a Autoridade de Energia Atómica da China.

O objetivo é facilitar a exploração de recursos marinhos, explicou Xu Dazhe, presidente do organismo."A China está empenhada em tornar-se uma potência marítima e por isso iremos definitivamente fazer uso dos recursos oceânicos", disse em conferência de imprensa.O uso de energia nuclear no mar não é desconhecido -- porta-aviões e submarinos com mísseis são frequentemente abastecidos com energia nuclear -- mas fazê-lo com objetivos civis parece não ter precedentes, apesar de notícias de um projeto russo em desenvolvimento.Pequim incluiu a construção das duas centrais nucleares marinhas, pela China General Nuclear Power Corporation (CGN) e pela China National Nuclear Corporation (CNNC), no seu 13.º plano quinquenal para 2016-2020, anunciaram as duas empresas no início do mês.A central da CNNC deve entrar em funcionamento em 2019 e a da CGN no ano seguinte, de acordo com comunicados das empresas.Estas centrais podem disponibilizar energia a plataformas offshore de exploração de gás e petróleo, e também a áreas remotas e ilhas em desenvolvimento.

O objetivo é facilitar a exploração de recursos marinhos, explicou Xu Dazhe, presidente do organismo."A China está empenhada em tornar-se uma potência marítima e por isso iremos definitivamente fazer uso dos recursos oceânicos", disse em conferência de imprensa.O uso de energia nuclear no mar não é desconhecido -- porta-aviões e submarinos com mísseis são frequentemente abastecidos com energia nuclear -- mas fazê-lo com objetivos civis parece não ter precedentes, apesar de notícias de um projeto russo em desenvolvimento.Pequim incluiu a construção das duas centrais nucleares marinhas, pela China General Nuclear Power Corporation (CGN) e pela China National Nuclear Corporation (CNNC), no seu 13.º plano quinquenal para 2016-2020, anunciaram as duas empresas no início do mês.A central da CNNC deve entrar em funcionamento em 2019 e a da CGN no ano seguinte, de acordo com comunicados das empresas.Estas centrais podem disponibilizar energia a plataformas offshore de exploração de gás e petróleo, e também a áreas remotas e ilhas em desenvolvimento.

© Kim Kyung Hoon / Reuters

O objetivo é facilitar a exploração de recursos marinhos, explicou Xu Dazhe, presidente do organismo.

"A China está empenhada em tornar-se uma potência marítima e por isso iremos definitivamente fazer uso dos recursos oceânicos", disse em conferência de imprensa.

O uso de energia nuclear no mar não é desconhecido -- porta-aviões e submarinos com mísseis são frequentemente abastecidos com energia nuclear -- mas fazê-lo com objetivos civis parece não ter precedentes, apesar de notícias de um projeto russo em desenvolvimento.

Pequim incluiu a construção das duas centrais nucleares marinhas, pela China General Nuclear Power Corporation (CGN) e pela China National Nuclear Corporation (CNNC), no seu 13.º plano quinquenal para 2016-2020, anunciaram as duas empresas no início do mês.

A central da CNNC deve entrar em funcionamento em 2019 e a da CGN no ano seguinte, de acordo com comunicados das empresas.

Estas centrais podem disponibilizar energia a plataformas offshore de exploração de gás e petróleo, e também a áreas remotas e ilhas em desenvolvimento.

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