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Meios de comunicação social gregos em greve de 24 horas

Os meios de comunicação gregos iniciaram hoje uma greve de 24 horas em protesto contra a reforma das pensões que está a ser preparada pelo Governo e que implica a fusão de todos os fundos de previdência num só.

© Jean-Paul Pelissier / Reuters (Arquivo)

Entre as 6:00 (4:00 em Lisboa) e a mesma hora de sexta-feira não deverá haver boletins informativos nas televisões e rádios, os jornais digitais não deverão serão atualizados e a imprensa não deverá será publicada na sexta-feira.

Os gabinetes de comunicação dos ministérios e a assessoria de imprensa do Governo também vão apoiar a greve.

Os jornalistas pedem que o seu fundo de pensões continue a ser independente e não seja incluído num fundo unificado.

"Convocámos uma greve de 24 horas para quinta-feira, 28 de janeiro, em protesto contra a intenção de fazer desaparecer a nossa profissão, através da eliminação dos direitos de segurança social, direitos sindicais e liberdades individuais", assinalou o Sindicato dos Jornalistas de Atenas, em comunicado.

Os planos do Governo de Alexis Tsipras preveem a fusão de todos fundos suplementares num só, bem como dos principais, já que as pensões gregas estão divididas entre estes componentes.

Atualmente existem, na Grécia, três caixas de pensão principais, uma para os assalariados, outra para os agricultores e uma terceira para os trabalhadores independentes.

Além disso, há uma série de fundos suplementares setoriais, que formam o segundo grande pilar de rendimentos dos reformados.

Os profissionais dos meios de comunicação adiantam, assim, a greve geral que as confederações sindicais tinham convocado para 4 de fevereiro.

Lusa

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