sicnot

Perfil

Economia

Sentimento económico sobe em Portugal

O sentimento económico caiu 1,7 pontos na zona euro e 1,8 na União Europeia (UE) em janeiro, tendo Portugal invertido a tendência, com uma subida de 0,9 pontos, durante o primeiro mês do ano, divulga hoje a Comissão Europeia.

Segundo dados da Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros, o indicador do sentimento económico recuou em janeiro para os 105 pontos na zona euro e para os 106,7 na UE.Em Portugal, o indicador aumentou para os 105,2 pontos.A deterioração do sentimento económico da zona euro resultou da pioria da confiança em todos os setores de negócio exceto o do comércio de retalho, que se manteve estável.Entre as maiores economias da zona euro, o indicador recuou em Espanha (-4,1 pontos), na Alemanha (-2,1), e em Itália (-1,7), tendo aumentado em França (1,1) e na Holanda (0,6 pontos).Já no que respeita às maiores economias fora da moeda única, o sentimento económico aumentou na Polónia (0,8 pontos) e na Suécia (2,4), tendo diminuído no Reino Unido (-3,5 pontos).

Segundo dados da Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros, o indicador do sentimento económico recuou em janeiro para os 105 pontos na zona euro e para os 106,7 na UE.Em Portugal, o indicador aumentou para os 105,2 pontos.A deterioração do sentimento económico da zona euro resultou da pioria da confiança em todos os setores de negócio exceto o do comércio de retalho, que se manteve estável.Entre as maiores economias da zona euro, o indicador recuou em Espanha (-4,1 pontos), na Alemanha (-2,1), e em Itália (-1,7), tendo aumentado em França (1,1) e na Holanda (0,6 pontos).Já no que respeita às maiores economias fora da moeda única, o sentimento económico aumentou na Polónia (0,8 pontos) e na Suécia (2,4), tendo diminuído no Reino Unido (-3,5 pontos).

© Jose Manuel Ribeiro / Reuters

Segundo dados da Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros, o indicador do sentimento económico recuou em janeiro para os 105 pontos na zona euro e para os 106,7 na UE.

Em Portugal, o indicador aumentou para os 105,2 pontos.

A deterioração do sentimento económico da zona euro resultou da pioria da confiança em todos os setores de negócio exceto o do comércio de retalho, que se manteve estável.

Entre as maiores economias da zona euro, o indicador recuou em Espanha (-4,1 pontos), na Alemanha (-2,1), e em Itália (-1,7), tendo aumentado em França (1,1) e na Holanda (0,6 pontos).

Já no que respeita às maiores economias fora da moeda única, o sentimento económico aumentou na Polónia (0,8 pontos) e na Suécia (2,4), tendo diminuído no Reino Unido (-3,5 pontos).

Clima de negócios recua 0,1 pontos na zona euro em janeiro, diz Comissão Europeia

O indicador do clima de negócios da zona euro recuou 0,1 pontos para os 0,29 em janeiro, segundo dados hoje divulgados pela Comissão Europeia.

Segundo a Direção-geral dos Assuntos Económicos e Financeiros, recuaram as cinco componentes do indicador: expectativas de produção, carteira de exportações, disponibilidade de produtos para entrega, histórico de produção e carteira de encomendas.

A Comissão Europeia não divulga dados dos Estados-membros para este indicador.

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.