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João Rendeiro e três ex-administradores do BPP acusados de apropriação de dinheiro

O Ministério Público acusou João Rendeiro, três outros ex-administradores do Banco Privado Português e mais dois arguidos de fraude fiscal, abuso de confiança e branqueamento de capitais.

Entre 2003 e 2008, os antigos administradores do BPP não terão declarado 16,5 milhões em sede de IRS.
O Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa suspeita ainda que os arguidos se apropriaram de 30 milhões de euros em fundos de titularidade daquele banco.
O ministério Público pede uma indemnização cível no valor de 10 milhões de euros com os respetivos juros de mora, apesar de alguns dos arguidos já terem regularizado as dívidas durante o inquérito.
Na investigação foram arrestadas contas com valores superiores a 12 milhões de euros.
Esta é a terceira acusação a ser deduzida no âmbito dos processos relacionados com o BPP.