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Tailandeses querem levar marca Tivoli para Médio Oriente, África e Ásia

O grupo Minor, novo dono da Tivoli Hotels & Resorts, quer expandir a marca para novas áreas de operação, como o Médio Oriente, África e Ásia, anunciou hoje o presidente executivo da empresa tailandesa, Dillip Rajakarier.

"Queremos levar a marca [Tivoli] para fora de Portugal. Tem muito potencial para estar em África, Médio Oriente e Ásia. Queremos fazer da Tivoli uma marca global em cinco anos", afirmou o responsável do grupo tailandês, que na segunda-feira concluiu a aquisição do portefólio Tivoli, composto por 14 unidades hoteleiras.

O grupo tailandês Minor adquiriu os 12 hotéis em Portugal e dois no Brasil, por 294,2 milhões de euros, operação realizada no âmbito de um Processo Especial de Revitalização (PER), na sequência do colapso do Grupo Espírito Santo (GES).

Numa curta intervenção no Tivoli da Avenida da Liberdade, em Lisboa, o presidente do grupo Minor explicou que a aquisição da Tivoli, num processo conturbado que se prolongou durante quase dois anos, é a "porta de entrada na Europa e na América Latina".

Dillip Rajakarier afirmou que "alguns hotéis [Tivoli] precisam de muito trabalho", referindo que os trabalhos de remodelação já avançaram em três unidades do grupo (Oriente, em Lisboa, Vilamoura e São Paulo, no Brasil), num investimento de cerca de 50 milhões de euros.

Com a aquisição da Tivoli, o grupo tailandês passa a ser proprietário de 145 hotéis em 22 países, sendo "o último de uma série de investimentos internacionais que faz parte da sua estratégia de diversificação a longo prazo", que além de aquisições passa também por parcerias para novos hotéis e para a operação de outros já existentes.

O responsável do grupo tailandês mostrou-se disponível para fazer mais investimentos em Portugal, que considerou "um dos melhores países para investir".

Presente no evento, o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, elogiou a "resiliência do grupo tailandês", que teve que esperar pelo levantamento do arresto dos bens do GES - o que aconteceu em dezembro - para poder concluir o negócio, prometendo tomar medidas para promover o investimento estrangeiro em Portugal.

Lusa

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