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Greve geral na Grécia contra a reforma da Segurança social

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As duas principais centrais sindicais da Grécia convocaram para hoje uma greve geral em protesto contra a reforma da Segurança social avançada pelo Governo de Alexis Tsipras, em avaliação pelos credores internacionais.

© Alkis Konstantinidis / Reuter

Os trabalhadores exigem a retirada de um projeto de reforma exigido pelos credores internacionais (UE e FMI), que prevê um aumento das contribuições, para além de reduções nas futuras pensões.

Os trabalhadores exigem a retirada de um projeto de reforma exigido pelos credores internacionais (UE e FMI), que prevê um aumento das contribuições, para além de reduções nas futuras pensões.

© Alkis Konstantinidis / Reuter

É previsível que os voos domésticos, na Grécia, sejam cancelados

É previsível que os voos domésticos, na Grécia, sejam cancelados

© Michalis Karagiannis / Reuter

A greve geral na Grécia vai afetar o setor dos transportes, os profissionais liberais, como médicos, advogados, notários, engenheiros civis.

A greve geral na Grécia vai afetar o setor dos transportes, os profissionais liberais, como médicos, advogados, notários, engenheiros civis.

© Michalis Karagiannis / Reuter

Os trabalhadores exigem a retirada de um projeto de reforma exigido pelos credores internacionais (UE e FMI), que prevê um aumento das contribuições, para além de reduções nas futuras pensões.

Os trabalhadores exigem a retirada de um projeto de reforma exigido pelos credores internacionais (UE e FMI), que prevê um aumento das contribuições, para além de reduções nas futuras pensões.

© Michalis Karagiannis / Reuter

A greve geral na Grécia vai afetar o setor dos transportes, os profissionais liberais, como médicos, advogados, notários, engenheiros civis.

A greve geral na Grécia vai afetar o setor dos transportes, os profissionais liberais, como médicos, advogados, notários, engenheiros civis.

© Alkis Konstantinidis / Reuter

Os trabalhadores exigem a retirada de um projeto de reforma exigido pelos credores internacionais (UE e FMI), que prevê um aumento das contribuições, para além de reduções nas futuras pensões.

Os trabalhadores exigem a retirada de um projeto de reforma exigido pelos credores internacionais (UE e FMI), que prevê um aumento das contribuições, para além de reduções nas futuras pensões.

© Alkis Konstantinidis / Reuter

Os trabalhadores exigem a retirada de um projeto de reforma exigido pelos credores internacionais (UE e FMI), que prevê um aumento das contribuições, para além de reduções nas futuras pensões.

Os trabalhadores exigem a retirada de um projeto de reforma exigido pelos credores internacionais (UE e FMI), que prevê um aumento das contribuições, para além de reduções nas futuras pensões.

© Alkis Konstantinidis / Reuter

A greve geral na Grécia vai afetar o setor dos transportes, os profissionais liberais, como médicos, advogados, notários, engenheiros civis.

A greve geral na Grécia vai afetar o setor dos transportes, os profissionais liberais, como médicos, advogados, notários, engenheiros civis.

© Alkis Konstantinidis / Reuter

As mobilizações iniciaram-se na terça-feira com uma paralisação parcial no setor dos transportes, enquanto os jornalistas anteciparam o protesto e cumpriram uma greve de 24 horas na quarta-feira, para garantirem a cobertura mediática da jornada.

A Confederação geral dos trabalhadores da Grécia (GSEE, setor privado) e a União dos funcionários (ADEDY, setor público), à semelhança dos agricultores em rebelião, que têm promovido ações de rua por todo o país, exigem a retirada de um projeto de reforma exigido pelos credores internacionais (UE e FMI), que prevê um aumento das contribuições, para além de reduções nas futuras pensões.

A greve geral de hoje também pode implicar a anulação de 16 voos domésticos e interromper as ligações marítimas com as ilhas. Hospitais, escolas e administração pública vão funcionar apenas parcialmente.

O movimento grevista deve ainda afetar as estações de serviço, após um apelo do sindicato dos proprietários para que encerrassem durante 24 horas. As profissões liberais, médicos, advogados, notários, engenheiros civis, também receberam apelos para aderir à greve.

Os agricultores, que desde segunda-feira bloqueiam os principais postos fronteiriços do país com a Bulgária e Turquia, e reforçaram as barreiras que ergueram desde 22 de janeiro nas principais vias rodoviárias, também anunciaram que vão participar nas manifestações previstas para o final da manhã de hoje no centro de Atenas. Ao primeiro cortejo do PAME, a frente sindical do Partido Comunista grego (KKE, oposição), deve suceder o desfile principal GSEE-ADEDY.

O regresso da contestação social coincide com a tentativa do Governo de Tsipras em concluir com os credores o projeto de reforma e antes da votação prevista para meados de fevereiro no parlamento, onde a coligação do partido de esquerda Syriza com o nacionalista Gregos Independentes possui uma curta maioria de 153 dos 300 deputados.

A greve de hoje é a terceira desde a aceitação por Tsipras, em 13 de julho, de um novo programa de resgate acompanhado por novas medidas de austeridade para evitar a saída da Grécia da zona euro. O novo pacote, avaliado em 86 mil milhões de euros, forçou o Governo grego a renunciar às promessas de rutura imediata com a austeridade, que contribuíram para a sua primeira vitória eleitoral em janeiro de 2015.

Lusa

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