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Bruxelas dá orientações sobre como combinar fundos para o investimento

A Comissão Europeia publicou hoje um documento para explicar às autoridades locais e promotores de projetos dos Estados-membros quais as melhores formas de combinar o chamado 'plano Juncker' de investimentos com os fundos europeus estruturais e de investimento (FEEI).

Torsten Silz

A brochura hoje publicada no site da Comissão Europeia visa auxiliar os Estados-membros a tirarem "pleno partido da possibilidade de combinar" o Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (FEIE) -- conhecido como "plano Juncker" -- com os FEEI, apontando que, "embora difiram em termos de lógica subjacente, conceção e quadro legislativo, estes dois instrumentos são complementares e reforçam-se mutuamente".

A brochura, que apresenta resumidamente as combinações possíveis do FEIE com os FEEI, tanto ao nível dos projetos como através de instrumentos financeiros, por exemplo, uma plataforma de investimento, será enriquecida com informações extraídas da experiência adquirida em casos concretos e das reações das partes interessadas, indica o executivo comunitário.

Em conferência de imprensa, o vice-presidente da Comissão Europeia responsável pelo Emprego, Crescimento, Investimento e Competitividade, Jyrki Katainen, apontou que "os promotores de projetos têm hoje ao seu dispor grandes oportunidades para se candidatarem a financiamento conjunto do FEIE e dos FEEI" e as orientações hoje publicadas "dão conselhos práticos às empresas que pretendem obter financiamento para os seus projetos, designadamente sobre a melhor forma de tirar partido de ambos os instrumentos".

Por seu lado, Ambroise Fayolle, vice-presidente do Banco Europeu de Investimento (BEI), também envolvido nesta iniciativa, sublinhou que "a combinação dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento com o FEIE dará ao BEI a possibilidade de apoiar o crescimento sustentável nos países e nas regiões da Europa".

"Além disso, a combinação das subvenções da UE com o financiamento do BEI permitirá que o banco chegue a novos beneficiários, nomeadamente os projetos de menores dimensões reagrupados em plataformas de investimento", disse.

Lusa

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