sicnot

Perfil

Economia

Carros elétricos serão mais baratos que convencionais em 2025

Os analistas prevêem que os carros elétricos serão mais baratos que os veículos com motor a combustão com a produção em grande escala de baterias na década de 20.

© Thomas Peter / Reuters

Apesar de muitos países darem incentivos, atualmente apenas 1% dos carros vendidos são elétricos. Ainda são mais caros que os convencionais e as baterias têm pouca autonomia. É este o "pormenor" que torna os carros elétricos pouco apetecíveis.

Mas as estimativas da Bloomberg New Energy Finance (BNEF) apontam para 2025 como o ano em que combustão e elétrico poderão competir ao mesmo nível.

As baterias de iões de lítio já baixaram 65% desde 2010 e os analistas prevêem que este custo venha a ser cada vez menor.

Em 2040, as vendas dos carros elétricos atingirão 41 milhões de unidades, o que representa 35% do total das vendas de automóveis - 90 vezes mais que em 2015.

  • A fuga dos PIDES
    1:16

    Perdidos e Achados

    Ao final do dia 29 de Junho de 1975, 89 agentes da PIDE fugiam da cadeia de Vale de Judeus, em Alcoentre. Mais de 40 anos depois, Perdidos e Achados recupera um dos acontecimentos do Verão Quente em Portugal. Hoje no Jornal da Noite e conteúdos exclusivos no site.

    Hoje no Jornal da Noite

  • Uma volta a Portugal. De bicicleta mas sem licra

    País

    Um grupo de professores propõe-se a repetir o percurso da 1.ª Volta a Portugal em Bicicleta, 90 anos depois. Não se trata de uma corrida, pelo contrário querem provar que qualquer um o pode fazer e promover o uso da bicicleta como meio de transporte pessoal. “Dar a volta” parte para a estrada esta quarta-feira, de Lisboa a Setúbal, tal como em 26 de abril de 1927.

    Ricardo Rosa

  • Casa Madonna di Fatima em Roma é um lar de idosos com 9 irmãs portuguesas
    4:29

    Mundo

    A mais antiga igreja dedicada à Senhora de Fátima em Roma tem mais de 50 anos. Foi construída pelas franciscanas hospitaleiras do Imaculado Coração, uma congregação fundada em Portugal. Hoje, as religiosas portuguesas gerem um lar na mesma rua, mas o templo foi entregue a uma congregação italiana.