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Bruxelas critica desequilíbrios excessivos na economia portuguesa

São várias as críticas a Portugal, reveladas hoje num relatório da Comissão Europeia: à reversão da privatização da TAP, ao aumento do salário mínimo e ao elevado nível da dívida pública.

(Arquivo)

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© Rafael Marchante / Reuters

O relatório que avalia a situação económica portuguesa reconhece progressos, mas são também muitas as críticas.

Os técnicos de Bruxelas dizem que "a inversão parcial da privatização da TAP pode implicar riscos orçamentais suplementares". Também a reversão das concessões dos transportes urbanos de Lisboa e Porto é vista como um retrocesso.

O aumento do salário mínimo merece avisos. Dizem os técnicos que pode aumentar a pressão salarial, com o risco de afetar as perspetivas de emprego e de competitividade.

Outra preocupação diz respeito à dívida pública que continua muito elevada, a rondar os 130% do PIB. Neste ponto, os técnicos deixam críticas também ao anterior governo. Defendem que em 2015 houve um "relaxamento" que levou à deterioração do saldo estrutural.

O documento adianta que, sem esforços adicionais de consolidação orçamental e reformas estruturais, será muito difícil reduzir a dívida.

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