sicnot

Perfil

Economia

Bruxelas critica desequilíbrios excessivos na economia portuguesa

São várias as críticas a Portugal, reveladas hoje num relatório da Comissão Europeia: à reversão da privatização da TAP, ao aumento do salário mínimo e ao elevado nível da dívida pública.

(Arquivo)

(Arquivo)

© Rafael Marchante / Reuters

O relatório que avalia a situação económica portuguesa reconhece progressos, mas são também muitas as críticas.

Os técnicos de Bruxelas dizem que "a inversão parcial da privatização da TAP pode implicar riscos orçamentais suplementares". Também a reversão das concessões dos transportes urbanos de Lisboa e Porto é vista como um retrocesso.

O aumento do salário mínimo merece avisos. Dizem os técnicos que pode aumentar a pressão salarial, com o risco de afetar as perspetivas de emprego e de competitividade.

Outra preocupação diz respeito à dívida pública que continua muito elevada, a rondar os 130% do PIB. Neste ponto, os técnicos deixam críticas também ao anterior governo. Defendem que em 2015 houve um "relaxamento" que levou à deterioração do saldo estrutural.

O documento adianta que, sem esforços adicionais de consolidação orçamental e reformas estruturais, será muito difícil reduzir a dívida.

  • Portugueses e espanhóis protestam em Salamanca contra mina de urânio
    0:38

    País

    O Bloco de esquerda desafia o Governo português a exigir às autoridades espanholas uma avaliação do impacto ambiental da mina de urânio a 40 quilómetros da fronteira portuguesa. Este caso está gerar contestação entre os ambientalistas. Várias associações portuguesas participaram este sábado numa manifestação em Salamanca. A Quercus diz-se preocupada com o impacto da mina de urânio no território português.

  • PS e PSD querem acordo sobre fundos e descentralização até ao verão
    3:07
  • Assalto a Tancos e roubo de armas da PSP podem estar relacionados
    1:24

    País

    O assalto a Tancos e o roubo de três armas da PSP, recuperadas na semana passada, podem estar relacionados. O semanário Expresso avança hoje que há suspeitos de terem participado nos dois assaltos e o grupo, ou parte dele, atua principalmente do Algarve, com possíveis ligações a outras organizações espalhadas pelo país ou até transacionais.

  • As gravações que provam que as autoridades conheciam o perfil violento de Nikolas Cruz
    1:35