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PS questiona Governo sobre futuro dos trabalhadores da Groundforce no Porto

O Partido Socialista anunciou hoje ter questionado o Governo sobre que papel terá a empresa de handling Groundforce nas alterações estratégicas da TAP e em que situação ficarão os funcionários do aeroporto do Porto.

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LUSA

"Em face das alterações estratégicas, anunciadas no quadro das rotas da TAP a partir do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, importa perceber o papel da Groundforce em todo este cenário e como fica a situação dos funcionários na escala do Porto face às mudanças que a TAP pretende efetuar", defende o PS em pergunta colocada sexta-feira ao Ministro do Planeamento e Infraestruturas.

No documento, subscrito por três deputados eleitos pelo círculo do Porto, o PS recorda que "a alienação da maioria do capital social da TAP ao Grupo Urbanos, consumada em 2012, colocou novas questões relativamente à gestão dos recursos humanos da empresa, tendo-se verificado inclusivamente várias greves".

"Os sindicatos que representam trabalhadores do sector do handling têm contestado fortemente a gestão da Urbanos, num contexto em que não existe acordo coletivo de trabalho para o setor", destacam os socialistas que por isso questionam "como estão representadas a TAP e a Urbanos no Conselho de Administração da Groundforce e qual o papel efetivo em matéria de tomada de decisões estratégicas por cada uma destas empresas".

Perguntam ainda se "existem garantias acrescidas relativamente às decisões quanto à participação da TAP do capital social da Groundforce" e se "os trabalhadores do handling que operam no Aeroporto Francisco Sá Carneiro serão de alguma forma afetados pela alteração estratégica da TAP em termos de voos para o estrangeiro".

Num requerimento enviado também na sexta-feira ao ministro Pedro Marques, os deputados do PS pedem mesmo para terem acesso ao "contrato que foi celebrado entre a TAP e o Grupo Urbanos e que titulou a alienação da maioria do capital social da Groundforce" bem como a "a toda a informação relativa a um negócio pouco transparente e que foi celebrado pelo anterior Governo".

"Importa conhecer um conjunto de documentação relativa à compra dos 50,1% do capital da SPDH - Serviços Portugueses de Handling", sustentam os deputados do Porto Fernando Jesus, Joana Lima e Tiago Barbosa Ribeiro.

Lusa

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