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UTAO estima que défice de 2015 tenha ficado nos 3,3%, sem Banif

Os técnicos que dão apoio ao Parlamento estimam que o défice das contas públicas no ano passado tenha ficado nos 3,3%. A confirmar-se, Portugal falhou a meta de 3% com que se tinha comprometido com a União Europeia.

REUTERS

Os 3,3% previstos pela UTAO não contam com o impacto da resolução do Banif, que pode ter disparado o défice para os 4,6% do PIB. Ou seja, o país não terá saído do procedimento por défice excessivo, ao contrário do prometido pelo anterior Governo.

Na análise à execução orçamental de janeiro, os técnicos da UTAO dizem que ainda é cedo para perceber se as metas do novo orçamento poderão ser cumpridas e destacam que, este ano, o Estado vai gastar o valor mais baixo com prestações de desemprego dos últimos 8 anos.

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