sicnot

Perfil

Economia

Portugal espera arrecadar até 1500 milhões de euros em leilão de dívida

Portugal regressa hoje aos mercados com um leilão de dívida de curto prazo para arrecadar entre 1200 e 1500 milhões de euros, segundo a informação divulgada pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP).

As duas linhas de Bilhetes do Tesouro vencem em 23 setembro de 2016 (seis meses) e em 17 março de 2017 (um ano).

Os leilões decorrem no dia da votação final global do Orçamento do Estado para 2016 (OE2016).

No último leilão comparável, que ocorreu em janeiro, o IGCP conseguiu superar o montante indicativo global (1.500 milhões) e obteve taxas negativas: colocou 550 milhões de euros a seis meses a uma taxa média de -0,013% e 1.250 milhões de euros a um ano a uma taxa média de -0,001%.

Este será o último leilão de BT previsto para o primeiro trimestre, durante o qual a agência liderada por Cristina Casalinho prevê emitir entre 3.000 milhões e 3.750 milhões de euros em Bilhetes de Tesouro, através de seis leilões de dívida de curto prazo, entre os seis e os 12 meses.

Lusa

  • Frio no fim de semana, regiões do interior podem chegar aos -5 °C
    1:23

    País

    A Proteção Civil emitiu um alerta para o tempo frio e seco e pede cuidados redobrados. As temperaturas já começaram a descer, com regiões a registarem valores negativos. No interior, podem chegar aos 5 graus negativos. Até ao Natal o tempo vai manter-se frio, seco e com ausência de chuva.

  • Bombeiro ferido nos fogos de Pedrógão Grande regressou a casa
    2:33

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Seis meses depois dos incêndios de Pedrógão Grande, regressou a casa o último dos bombeiros de Castanheira de Pera que estava internado desde junho. Rui Rosinha esteve em coma mais de dois meses e tem ainda pela frente uma longa recuperação. O bombeiro não quer que o país esqueça o que aconteceu e espera que as duas tragédias deste ano (fogos de junho e outubro) sirvam de lição para o futuro.

  • Pedrógão Grande, seis meses depois - documentário Expresso
    0:29
  • Fitch retira Portugal do "lixo"
    2:20
  • PS volta a subir nas intenções de voto e não baixa dos 40%
    2:01
  • Marcelo evita "ideia de que o ano foi todo muito bom"
    3:14

    País

    Marcelo Rebelo de Sousa disse esta sexta-feira que 2017 teve "o melhor e o pior" e que "é preciso evitar a "ideia que o ano foi todo muito bom". O Presidente da República fez estas declarações depois de António Costa ter dito que a nível económico este "foi um ano particularmente saboroso".