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Deputados insistem em ouvir Stock da Cunha na Comissão de Trabalho

Os deputados da Comissão de Trabalho e Segurança Social estão insatisfeitos com a falta de resposta de Stock da Cunha, líder do Novo Banco, à chamada para se apresentar nesta comissão, esperando a sua comparência no dia 29 de março.

MIGUEL A. LOPES

"Vamos enviar uma nova carta ao presidente do Conselho de Administração do Novo Banco a dar nota da nossa insatisfação pela forma como ele tem mantido a sua relação com a nossa comissão e também uma carta ao presidente da Assembleia da República a dar nota do mesmo", informou Feliciano Barreiras Duarte, que preside esta comissão.

O deputado do PSD falava no encerramento dos trabalhos de hoje da Comissão de Trabalho e Segurança Social, dedicada hoje à audição da Comissão Nacional de Trabalhadores (CNT) do Novo Banco devido ao processo de rescisões por mútuo acordo que está em marcha no banco.

Segundo o responsável, o interlocutor do Novo Banco com esta comissão parlamentar tem sido Francisco Vieira da Cruz, que tem o pelouro dos recursos humanos da instituição financeira.

Mas a ausência de resposta por parte do apelo para que Stock da Cunha compareça no parlamento, cujo pedido foi feito a 10 de março, estão a causar incómodo junto dos parlamentares.

Já as propostas lançadas (por CDS-PP e PCP, respetivamente) para ouvir o Banco de Portugal e o Fundo de Resolução na Comissão de Trabalho sobre esta matéria vão ser votadas na reunião agendada para a próxima quarta-feira.

A 25 de fevereiro, a administração do Novo Banco deu conta que, no âmbito do plano de reestruturação acordado com Bruxelas, têm que sair mais 500 trabalhadores da entidade durante este ano (depois dos 500 que já saíram ao longo dos últimos meses), e tem que haver um corte de 150 milhões de euros nos custos operacionais.

Lusa

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