sicnot

Perfil

Economia

Segurança Social deixa 363 mil pessoas sem prestação de desemprego

O Estado português atribuiu cerca de 256 mil prestações de desemprego em fevereiro, deixando sem estes apoios mais de 363 mil desempregados, segundo dados divulgados hoje pela Segurança Social.

SIC

De acordo com os últimos dados disponibilizados na página da Segurança Social na Internet (www.seg-social.pt), em fevereiro existiam 256.142 beneficiários de prestações de desemprego, menos 4.845 pessoas do que em janeiro e o equivalente a 41% do último número total de desempregados contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (estimativas provisórias de janeiro).

Os últimos dados divulgados pelo INE, relativos a janeiro, contabilizavam um total de 619,5 mil desempregados, com a taxa de desemprego a situar-se nos 12,2% (estável face aos dois meses anteriores).

Das prestações contabilizadas pela Segurança Social, 125.924 referem-se a mulheres e as restantes 130.188 dizem respeito a homens.

Os números da Segurança Social incluem o subsídio de desemprego, subsídio social de desemprego inicial, subsídio social de desemprego subsequente e prolongamento do subsídio social de desemprego, prestações que atingiram em fevereiro o valor médio de 455,86 euros, face aos 454,42 euros observados um ano antes.

Lusa

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.