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Presidente dirige-se hoje ao país para explicar promulgação do Orçamento

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai falar hoje ao país sobre o Orçamento do Estado para 2016, às 17h00.

O novo Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, assina o Livro de Honra do Mosteiro dos Jerónimos, momentos antes de depositar coroas de flores nos túmulos de Luís Vaz de Camões e de Vasco da Gama, no âmbito das cerimónias de tomada de posse como Presidente, no Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa

O novo Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, assina o Livro de Honra do Mosteiro dos Jerónimos, momentos antes de depositar coroas de flores nos túmulos de Luís Vaz de Camões e de Vasco da Gama, no âmbito das cerimónias de tomada de posse como Presidente, no Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa

O Orçamento do Estado para 2016 foi aprovado no parlamento em votação final global a 16 de março, com votos favoráveis de PS, BE, PCP e PEV, a abstenção do PAN e votos contra de PSD e CDS-PP, e chegou a Belém para promulgação na quinta-feira, dia 24.

No sábado, durante uma visita à prisão feminina de Tires, Marcelo Rebelo de Sousa defendeu a importância de haver orçamento em vigor e disse que iria falar "muito brevemente" aos portugueses sobre a sua decisão.

"É com certeza para a semana, porque há um ponto fundamental: é importante para os portugueses que haja Orçamento. Portanto, não se deve diferir aquilo que deve ser feito mais cedo", declarou.

Quanto ao conteúdo do diploma, o chefe de Estado referiu que já "ia acompanhando os trabalhos de elaboração do Orçamento" e que, por isso, o processo de análise que estava a fazer era "uma confirmação, no essencial, daquilo que já conhecia".

Durante a campanha para as eleições presidenciais de 24 de janeiro, Marcelo Rebelo de Sousa prometeu que, se fosse eleito, iria fazer "os possíveis e os impossíveis" para que o Orçamento do Estado para 2016 tivesse "pés para andar", e defendeu que o processo orçamental deveria ser acelerado, se possível.

"Tudo o que seja acelerar é bom, porque em vez de entrar em vigor mais tarde entra em aplicação mais cedo", afirmou, na altura.

Com Lusa

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