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"Se houver necessidade de medidas adicionais, elas serão tomadas"

O Governo considera que não serão precisas medidas adicionais ao Orçamento do Estado para 2016, garantindo que se houver necessidade elas serão tomadas, mas poupando salários, pensões, impostos sobre o trabalho e bens essenciais do IVA.

António Costa, primeiro-ministro

António Costa, primeiro-ministro

Geert Vanden Wijngaert

Em entrevista à TSF e ao DN, o primeiro-ministro disse que tem toda a confiança que o OE2016 chegue a maio. Caso não acontecça, as medidas adicionais nunca passarão pelo corte de salários, pensões, impostos sobre o trabalho nem sobre bens essenciais do IVA.


Costa defende ainda que era útil para o país encontrar um veículo de resolução do crédito malparado e considerou que só as instituições europeias podem responder se Portugal precisa de uma nova ajuda externa para o sistema financeiro.

O primeiro ministro elogiou ainda Marcelo Rebelo de Sousa e a menasagem de estabilidade e tranquilidade que o Presidente da República tem transmitido ao país.

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    Não será de estranhar se casos como o da legionella do S. Francisco Xavier venham a repetir-se. Quem o diz é o antigo administrador do Hospital de S. João, que chegou a ser, ainda que por pouco tempo, coordenador nacional para a reforma do SNS do Governo de Costa. António Ferreira falava ontem à noite, num encontro organizado pelo CDS.

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