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Guardia Civil espanhola termina buscas a residência de Mario Conde

A Guardia Civil espanhola terminou às 23:00 locais (22:00 em Lisboa) e mais de 14 horas depois as buscas à residência em Madrid do ex-presidente do Banesto Mario Conde, detido por branqueamento de 13 milhões de euros.

reuters

Fontes da investigação, citadas pela agência noticiosa Efe, referiram que na operação foram realizadas sete buscas, cinco dos quais em Madrid.

O antigo banqueiro espanhol Mario Conde foi detido hoje de manhã em Madrid acusado de um delito de branqueamento de capitais relacionado com dinheiros que teria retirado do seu antigo banco, o Banesto, nas décadas de 1980 e 1990.

Conde foi detido, juntamente com outras cinco pessoas, pela Unidade de Delitos Económicos da Guardia Civil e está a ser investigado por alegados delitos contra a Administração Pública, branqueamento de capitais, insolvência punível e organização criminal.

Além de Mario Conde, foram também detidos o seu filho Mario Conde Arroyo, bem como Fernando Guash Vega-Penichet, diretor-geral da unidade espanhola do Caixa Banco Investimento, da Caixa Geral de Depósitos Francisco Javier de la Vega Jiménez, Francisco de Asis Cuesta Moreno e María Cristina Fernández Álvarez.

A "Operação Fénix", nome de código da ação policial de hoje, teve início desde as primeiras horas da manhã e incluiu buscas nas casas do ex-banqueiro e nas suas empresas.

Uma declaração enviada à Lusa por fonte oficial do grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD) refere que "o Banco Caixa BI é completamente alheio às razões pela qual terá sido hoje detido para interrogatório Fernando Guash Vega-Penichet, responsável pela Sucursal do Caixa Banco de Investimento em Espanha".

Mario Conde cumpriu pena de prisão (condenado a 20 anos, mas foi libertado antes) por fraude relacionada com a gestão do Banesto nas décadas 1980 e 1990. Foi libertado em 2005.

Lusa

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