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FMI corta crescimento de Portugal em 2016 e espera desaceleração até 2021

O FMI cortou as previsões de crescimento económico de Portugal e continua a ser mais pessimista do que o Governo, antecipando que o PIB aumente 1,4% em 2016 e que o ritmo de crescimento desacelere até 2021.

reuters

No 'World Economic Outlook', hoje divulgado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) atualiza as suas projeções económicas globais até 2021 e, em relação a Portugal, as estimativas da instituição liderada por Christine Lagarde são agora mais pessimistas do que eram em outubro, quando foram conhecidas as anteriores projeções.

Para 2016, o FMI espera que o Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal cresça 1,4% (ligeiramente abaixo dos 1,5% antecipados anteriormente), uma projeção que é mais conservadora do que a apresentada pelo Governo que, em janeiro, disse esperar que a economia portuguesa cresça 1,8% este ano.

O Fundo reviu em alta a sua previsão para a taxa de desemprego, esperando que fique nos 11,6% da população ativa este ano, uma estimativa que é ligeiramente mais pessimista do que a do executivo de António Costa, que aponta para os 11,3%.

O FMI calcula ainda que a taxa de inflação se fixe nos 0,7% (contra os 1,3% previstos em outubro) e que as contas externas de Portugal atinjam os 0,9% do PIB no final de 2016 (abaixo dos 1,6% antecipados há seis meses).

Já para 2017, a instituição de Christine Lagarde espera que o ritmo de crescimento da economia portuguesa abrande para os 1,3% e que seja ligeiramente inferior em 2021, de 1,2%.

O FMI antecipa que a taxa de desemprego recue para os 11,1% no próximo ano, que a inflação seja de 1,2% e que as contas de Portugal com o estrangeiro correspondam a 0,4% do PIB.

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