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Dois leilões de bilhetes do tesouro na próxima quarta-feira

O IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública anunciou esta sexta-feira que vai realizar na quarta-feira dois leilões de linhas de bilhetes do Tesouro (BT) com um montante indicativo global entre 750 e 1.000 milhões de euros.

© Jose Manuel Ribeiro / Reuters (Arquivo)

Em comunicado, o IGCP adianta que os leilões decorrerão pelas 10:30, tendo as linhas de BT maturidades em 22 de julho de 2016 e 17 de março de 2017.

O calendário trimestral de leilões das linhas de BT prevê mais dois leilões a 18 de maio, com montante indicativo global entre 1.250 e 1.500 milhões de euros e maturidades a seis e 12 meses (18 de novembro de 2016 e 19 de maio de 2017); e a 15 de junho, com montante indicativo global entre 750 e 1.000 milhões de euros e maturidades a três e 11 meses (23 de setembro de 2016 e 19 de maio de 2017).

O último leilão ocorreu no passado dia 16 de março, tendo Portugal colocado 1.728 milhões de euros, acima do montante indicativo, em BT a seis e 12 meses a taxas de juro médias positivas, logo superiores às dos anteriores leilões comparáveis que tinham sido negativas.

Segundo informação avançada na altura pelo IGCP, dos 1.728 milhões de euros, 1.285 milhões de euros foram colocados em Bilhetes de Tesouro a 12 meses à taxa de juro média de 0,050%, superior à de -0,001% registada em janeiro. A procura foi de 1.770 milhões de euros, 1,38 vezes o montante colocado.

Os restantes 443 milhões de euros foram colocados em Bilhetes de Tesouro a seis meses à taxa de juro média de 0,009%, também acima da de -0,013% verificada em janeiro. O total de propostas de compra cifrou-se em 948 milhões de euros, 2,14 vezes superior ao montante colocado.

A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública - IGCP é a entidade pública a quem compete, nos termos do Decreto-Lei n.º 200/2012 de 27 de agosto, gerir, de forma integrada, a tesouraria, o financiamento e a dívida pública direta do Estado, a dívida das entidades do setor público empresarial cujo financiamento seja assegurado através do Orçamento do Estado e ainda coordenar o financiamento dos fundos e serviços dotados de autonomia administrativa e financeira.

Lusa

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