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Oferta por cada ação do BPI inferior à da OPA do ano passado

O valor de 1,113 euros oferecido hoje pelo Caixabank por cada uma das ações que não possui do BPI é inferior aos 1,329 euros oferecidos na Oferta Pública de Aquisição (OPA) com o mesmo formato anunciada em fevereiro do ano passado.

© Rafael Marchante / Reuters

Tal como na operação falhada de 2015, o Caixabank (maior acionista do BPI com 44,1% do capital) indicou que o valor oferecido (que é cerca de 16% inferior) representa o preço médio ponderado por volume nos últimos seis meses. Ou seja, o valor estimado do BPI baixou para 1,6 mil milhões de euros (quando era de cerca de 1,9 mil milhões).

Numa nota explicativa sobre a operação enviada hoje para o regulador do mercado espanhol, a CNMV, o Caixabank indica que a OPA Voluntária visa a totalidade das ações que não possui do BPI, ou seja 55,9% do capital (814,5 milhões de ações em circulação).

O banco espanhol relativiza o preço mais baixo oferecido por cada ação (-16%), adiantando que "o índice dos bancos da Eurozona (SX7E) baixou 26%" no mesmo período.

Além das autorizações regulatórias, a OPAV está condicionada - tal como a anterior de fevereiro de 2015 - à eliminação em Assembleia Geral de Acionistas das atuais limitações de voto do Caixabank no BPI (20% dos votos apesar de deter 44,1% do capital). Também implica alcançar uma participação superior a 50% do capital.

O banco catalão indica que manteve o Banco Central Europeu "plenamente informado da situação e ao corrente em todos os momentos".

Sobre a operação que agora propõe, o Caixabank considera que, ao eliminar a limitação de voto, "alinha os seus interesses económicos e políticos no BPI".

"É um passo lógico na expansão internacional do Caixabank dado o seu conhecimento do BPI e do mercado bancário português, onde o Caixabank está ativo desde 1995", indicam os catalães.

O banco catalão acrescenta que uma OPA com êxito poder levar o Caixabank a ajudar o BPI na "recuperação da rentabilidade do seu negócio bancário mediante sinergias de custes", bem como a aplicação do seu modelo de negócio "para gerar sinergias de receitas".

No terceiro ano após a OPA, estima o Caixabank o potencial de sinergias de custos ascenderá a 85 milhões de euros e as sinergias de receitas de 35 milhões de euros/ano.

Lusa

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