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Principais medidas do Plano Nacional de Reformas

Principais medidas do Plano Nacional de Reformas

A par do Plano de Estabilidade, o Plano Nacional de Reformas é um dos dois documentos que define o rumo do país nos próximos anos, com as grandes opções estratégicas como, por exemplo, a forma de aplicar o dinheiro que vem da Europa. Foi aprovado hoje pelo Governo e prevê alterações profundas durante os próximos anos. A prioridade é aumentar o salário mínimo nacional, ajudar os desempregados e canalizar mais dinheiro para a educação e a saúde.

  • Veja o Programa Nacional de Reformas

    Economia

    O Governo deve aprovar hoje em Conselho de Ministros o Programas Nacional de Reformas, a aplicar até 2020. O plano envolve um investimento de cerca de 12.500 milhões de euros (entre 10.500 milhões de euros do Portugal 2020 e 2.000 milhões do Plano Juncker). Veja aqui o documento na íntegra.

  • Plano de estabilidade sem aumento de impostos
    2:45

    Economia

    O primeiro-ministro garante que não vai aumentar os impostos. António Costa diz mesmo que essa medida não está prevista no Plano de Estabilidade, aprovado hoje pelo Governo. Trata-se do documento exigido por Bruxelas com os objectivos do executivo e as medidas para os atingir.

  • "O PSD não é o bombeiro de serviço desta geringonça"
    1:09

    TSU

    O líder da bancada social-democrata avisa os partidos da esquerda para que tenham o caso da TSU como exemplo e não voltem a usar o PSD como muleta em situações em que não estejam de acordo com o Governo, como pode vir a acontecer com as PPP no setor da saúde. Luís Montenegro foi entrevistado esta manhã na SIC Notícias.

  • Artista que criou poster de Obama quer invadir EUA com símbolos de esperança

    Mundo

    Shepard Fairey - o artista por trás do tão conhecido cartaz vermelho e azul "Hope" de Barack Obama, durante a campanha eleitoral de 2008 nos EUA - produziu uma série de novas imagens a tempo da tomada de posse de Donald Trump, na sexta-feira. Agora, o artista e a sua equipa querem manifestar uma posição política com a campanha "We The People", contra as ideias que o Presidente eleito tem defendido.