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Défice das contas do Estado no 1º trimestre sobe para 824 milhões

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O défice das contas do Estado no primeiro trimestre foi de 823,9 milhões de euros, segundo a execução orçamental hoje revelada. O Estado arrecadou 8.815,9 milhões de euros em impostos, menos 115,1 milhões de euros do que no mesmo período de 2015.

(Reuters/Arquivo)

(Reuters/Arquivo)

O défice público até março agravou-se em 107,9 milhões de euros por causa dos juros da dívida.

"Esta evolução resultou de um crescimento da receita (0,2%) inferior ao da despesa (0,8%)", que atingiram 17.540,7 milhões de euros e 18.364,6 milhões de euros, respetivamente, afirma a Direção-Geral de Orçamento (DGO)a.

As despesas com pessoal aumentam 3,3% no primeiro trimestre.

De acordo com a síntese de execução orçamental até março divulgada hoje pela DGO, a receita fiscal arrecadada pelo Estado no primeiro trimestre foi inferior em 1,3% à registada no mesmo período de 2015, quando foram amealhados 8.931 milhões de euros em impostos.

Esta descida, escreve a entidade liderada por Manuela Proença, foi influenciada por uma quebra de 0,7% nos impostos diretos, "sobretudo pelo efeito da redução da sobretaxa de IRS", e de 1,7% nos impostos indiretos, "condicionados pelo aumento nos reembolsos de IVA".

Última atualização às 17:31/Com Lusa

  • Com a multiplicação de bons indicadores económicos e financeiros do país, multiplicam-se os elogios ao Governo e declaram-se mortas e enterradas as políticas do passado recente, nomeadamente a da austeridade. Nada mais errado. O que os bons resultados agora alcançados provam definitivamente é que a austeridade resolveu de facto os problemas das contas públicas e, mais do que isso, contribuiu para o crescimento económico que foi garantido por reformas estruturais e pela reorientação do modelo económico.

    José Gomes Ferreira

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