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Pires de Lima insiste que privatização da TAP foi o melhor caminho

Pires de Lima insiste que privatização da TAP foi o melhor caminho

António Pires de Lima insiste que a privatização da TAP foi o melhor caminho para a companhia. A prestar esclarecimentos no Parlamento, o ex-ministro da Economia critica o atual Governo pela forma como tem lidado com o processo.

  • Acordo entre Estado e privados para reaver 50% da TAP adiado
    1:30

    Economia

    O Governo vai falhar a meta com que se comprometeu para voltar a ter 50% do capital da TAP. Metade da companhia aérea devia voltar para o Estado até ao final deste mês, mas o acordo com os privados não vai ficar fechado a tempo. O ministro do planeamento disse que a assinatura foi adiada duas ou três semanas.

  • 99 milhões de euros de prejuízo na TAP
    1:52

    Economia

    São os piores resultados da TAP nos últimos 8 anos. Pior, só no pico da crise, em 2009. A companhia aérea nacional teve prejuízos de 99 milhões de euros no ano passado. A transportadora justifica o mau resultado com os 91 milhões que tem retidos na Venezuela, em bilhetes que não foram pagos.

  • Governo prepara pacote de medidas para matas ardidas

    País

    O Governo vai preparar um pacote de medidas para as matas nacionais afetadas pelos incêndios, que passa pela elaboração de um relatório de ocorrências, por um programa de intervenção e pela aplicação da receita da madeira nessas matas.

  • "Viverei com o peso na consciência até ao último dia"
    3:00
  • Acabou o estado de graça

    Sá Carneiro dizia que qualquer Governo tem direito a um estado de graça de 100 dias. E que, depois disso, já não tem margem para deitar culpas ao Governo anterior. O discurso de Marcelo, no terreno, junto das vítimas, e não na torre de marfim de Belém, marca o tal "novo ciclo" que o Presidente há muito tinha anunciado, com data marcada: depois das autárquicas.

    Pedro Cruz

  • "O primeiro-ministro falhou em toda a linha"
    4:36

    Opinião

    Miguel Sousa Tavares não acredita que a ministra da Administração Interna se despediu: "ela foi demitida pela Presidente ontem à noite publicamente". No Jornal da Noite, esta quarta-feira, o comentador da SIC declarou que o primeiro-ministro "falhou em toda a linha" e questionou se António Costa tinha a "coragem política de fazer o que é preciso". Sobre os incêndios, Miguel Sousa Tavares disse ainda que o maior problema não era haver reacendimentos, mas sim "não serem logo apagados e propagarem-se".

    Miguel Sousa Tavares

  • 2017: o ano em que mais território português ardeu
    1:41
  • O balanço trágico dos incêndios do fim de semana
    0:51
  • A fotografia que está a correr (e a impressionar) o Mundo

    Mundo

    A fotografia de uma cadela a carregar, na boca, o cadáver calcinado da cria está a comover o mundo. Entre as muitas fotografias que mostram o cenário causado pelos incêndios que devastaram a Galiza nos últimos dias, esta está a causar especial impacto. O registo é do fotógrafo Salvador Sas, da agência EFE. A imagem pode impressionar os mais sensíveis.

  • "O povo exige um novo ciclo"
    1:10

    Tragédia em Pedrógão Grande

    A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande exige que o primeiro-ministro faça um pedido de desculpas público às famílias das vítimas dos incêndios. A Presidente da Associação pede ainda a demissão do comando da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Após a reunião desta quarta-feira com António Costa, Nádia Piazza anunciou que o Governo assume as mortes de junho passado e chegou a acordo com os familiares das vítimas.

  • Uso de véu que tape o rosto proibido em serviços públicos no Quebec, Canadá
    1:04
  • 60 milhões de crianças com menos de 5 anos vão morrer entre 2017 e 2030

    Mundo

    Cerca de 15 mil crianças com menos de 5 anos morreram em 2016 em todo o mundo, e 46% destas morreram nos primeiros 28 dias de vida, segundo um relatório divulgado na quarta-feira pela Unicef. Apesar de se ter registado uma descida da mortalidade nos primeiros cinco anos de vida, de 9,9 milhões de mortes em 2000 para 5,6 milhões em 2016, a proporção de recém-nascidos entre os falecidos aumentou de 41% para 46% neste período.