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Diamante em bruto atinge recorde de 55,3 milhões de euros

A companhia mineira canadiana Lucara Diamond anunciou hoje ter vendido por um preço recorde, 63 milhões de dólares (55,3 milhões de euros), um diamante com 813 carates, antes da venda esperada da venda de uma pedra ainda maior.

Este recorde não deverá sobreviver muito tempo, uma vez que a Lucara se prepara para vender um diamante ainda maior, chamado "Lesedi La Rona"

Este recorde não deverá sobreviver muito tempo, uma vez que a Lucara se prepara para vender um diamante ainda maior, chamado "Lesedi La Rona"

Lucian Coman

Nunca um diamante em bruto tinha atingido um tal preço, anunciou através de um comunicado citado pela agência France esta empresa cotada na Bolsa de Estocolmo.

O nome do comprador da pedra, descoberta no Botswana e batizada como "A Constelação", não foi revelado, assim como não foram divulgadas as condições da venda realizada pela empresa de diamantes, Nemesis Internacional.

Este recorde não deverá sobreviver muito tempo, uma vez que a Lucara se prepara para vender um diamante ainda maior, com 1.109 carates, no próximo dia 29 de junho na Sotheby's em Londres.

Este outro diamante em bruto, chamado "Lesedi La Rona", foi descoberto em novembro na mesma mina de Karowe, no Botsuana. É a maior pedra encontrada desde a "Cullinan", com 3.106 carats, descoberta na África do Sul em 1905.

As ações da Lucara na Bolsa de Estocolmo valorizavam 8,58 por cento hoje ao início da tarde face à cotação da véspera. A família sueca Lundin é a acionista de referência desta empresa canadiana de extração mineira.

Em outubro último, o "Blue Moon", uma pedra com 12,03 carats, de um azul vivo raríssimo, alcançou 48,4 milhões de dólares (42,5 milhões de euros), desembolsados pelo magnata de Hong Kong do sector do imobiliário, Joseph Lau.

Lusa

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