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FMI pede à Alemanha mais ação para integrar refugiados no mercado de trabalho

O Fundo Monetário Internacional (FMI) gostaria que a Alemanha fizesse mais para integrar os refugiados no mercado de trabalho, de acordo com um documento divulgado hoje e que faz também recomendações em matéria de reformas estruturais.

"Apesar de muitas medidas de apoio terem sido tomadas e de mais estarem em preparação, são recomendadas mais ações políticas para promover uma integração bem sucedida dos refugiados no mercado de trabalho", considera o FMI nas conclusões do estudo.

O FMI insiste na importância da aprendizagem da língua alemã e recomenda que se tenha em conta "o desafio da integração dos refugiados" nas discussões sobre o salário mínimo para o próximo ano.

O salário mínimo está em vigor desde 1 de janeiro de 2015 e atualmente está fixado em 8,5 euros por hora.

Em 2015, a Alemanha acolheu mais de um milhão de pessoas que procuram asilo.

O FMI faz também outras recomendações à maior economia europeia em matéria de reformas estruturais, sublinhando que o envelhecimento da população alemã levará a "uma intensificação da pressão sobre as finanças públicas".

O FMI defende que a Alemanha deve "prolongar a duração da vida profissional", por exemplo indexando "a idade da reforma à esperança de vida".

A instituição incita também Berlim a reformar "de forma mais vigorosa" o setor dos serviços para aumentar a competitividade neste domínio e a investir mais, principalmente em infraestruturas.

Lusa

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    Miguel Sousa Tavares