sicnot

Perfil

Economia

Três ministérios trabalham para encontrar soluções para os cortes nas reformas

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, disse hoje que continua a tentar encontrar uma solução para o problema dos cortes nas pensões das forças de segurança, que terá de passar por alterações legislativas.

"Estou a trabalhar com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e também com o da Justiça no sentido de encontramos uma solução que terá de passar pela criação de um regime jurídico de excepção mas que seja justo e equitativo", disse a ministra na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.

Constança Urbano de Sousa disse que não pode precisar quando estará concluída esta tarefa, acrescentando ser um problema que não afeta apenas as polícias, abrangendo igualmente a Polícia Judiciária.

Como a PJ está sob a alçada do Ministério da Justiça, o assunto está também a ser tratado com Francisca Van Dunem.

A ministra mostrou-se preocupada por a redução das pensões de reforma afetar os elementos da PSP e dos militares da GNR, sublinhando que vai continuar a trabalhar na questão de modo a que possam encontrar uma solução "justa e equitativa para todos".

Lusa

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.