sicnot

Perfil

Economia

Líder da CGTP considera "natural" promulgação da lei das 35 horas

A promulgação do diploma que restabelece as 35 horas de trabalho semanais na função pública é "natural", considerou o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, em declarações à Agência Lusa.

"A promulgação que é feita da lei das 35 horas é natural", afirmou o líder da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses, ao comentar a decisão do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, de promulgar o diploma que restabelece as 35 horas de trabalho semanais na função pública, aprovado no Parlamento na quinta-feira.

Esta lei "corresponde a uma decisão da AR e acima de tudo ao cumprimento de uma promessa que valorizamos", acrescentou Arménio Carlos.

A promulgação da lei, aprovada com votos a favor de PS, BE, PCP, PEV e PAN e votos contra de PSD e CDS-PP, foi conhecida na noite de terça-feira.

Por unanimidade, o diploma - um texto saído da Comissão de Trabalho, com base em projetos de PCP, PEV, BE, PS e de uma proposta da Assembleia Legislativa dos Açores - teve dispensa de redação final e foi publicado em Diário da Assembleia da República logo na sexta-feira.

Lusa

  • Arménio Carlos confiante na promulgação do diploma das 35 horas de trabalho
    0:28

    País

    A CGTP foi esta tarde recebida pelo Partido Socialista, no parlamento, para debater, entre outros assuntos, a questão da precariedade laboral. À saída, Arménio Carlos voltou a falar da reposição das 35 horas semanais de trabalho na Função Pública. Agora que o diploma já está em Belém, o líder da CGTP diz não ver razões para que seja vetado.

  • À redescoberta da Madeira, 16 anos depois
    1:59
  • Esquerda contra a venda do Novo Banco
    1:51

    Economia

    O futuro do Novo Banco promete agitar a maioria de esquerda nas próximas semanas. O Bloco de Esquerda e o PCP estão contra os planos de privatização e insistem que a solução é nacionalizar o banco. O Bloco de Esquerda defende que privatizar 75% é o pior de dois mundos. Já o PCP diz que o banco deve ser integrado no setor público.

  • Identificadas 10 mil vítimas de violência em 2016
    1:32

    País

    Há cada vez mais homens e idosos a pedirem ajuda à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. Segundo o relatório anual da APAV conhecido esta segunda-feira, foram identificadas quase 10 mil vítimas de violência no ano passado. Cerca de 80% são mulheres casadas e com cerca de 50 anos.