sicnot

Perfil

Economia

Metade da riqueza mundial está nas mãos de milionários

Os milionários representam apenas 1% da população global, mas partilham perto de metade da riqueza privada mundial, de acordo com um relatório anual da empresa de consultoria Boston Consulting Group publicado hoje.

© Leonhard Foeger / Reuters

No total, 18,5 milhões de famílias ricas detêm 47% da riqueza acumulada em rendimentos, depósitos bancários ou títulos bolsistas, com 78,8 biliões de dólares, indica o relatório.

Os Estados Unidos são o país com mais famílias milionárias (8 milhões), seguindo-se a China (2 milhões), mas proporcionalmente é no Liechtenstein e na Suíça que estão mais presentes.

Segundo o relatório, em 2015, a riqueza privada mundial aumentou a um ritmo mais lento, de 5,2%, contra o crescimento de 7% em 2014, o que se deve à turbulência financeira, à instabilidade política e sanções económicas.

"O avanço da riqueza privada mundial perdeu velocidade em 2015, principalmente nos mercados desenvolvidos", resumiram os analistas do Boston Consulting Group.

De acordo com o relatório, a riqueza acumulada em centros "offshore" subiu 3% no espaço de um ano, atingindo 10 biliões de dólares e a Suíça continua como o destino favorito das grandes fortunas.

O relatório considera que este setor deve continuar a aumentar nos próximos anos, apesar das "medidas de regulação que visam combater a evasão fiscal".

Lusa

  • Roger Moore, o ator que foi 007 e um Santo
    1:26

    Cultura

    Morreu Roger Moore. O ator britânico tinha 89 anos e morreu na Suíça, vítima de cancro. Ficou conhecido pelo mítico papel de James Bond entre os anos 70 e 80, tendo sido o ator que mais tempo se manteve no papel. Em 2003, foi condecorado pela rainha Isabel II e tornou-se Sir Roger Moore.

  • Ucrânia limita utilização do russo na televisão

    Mundo

    O Parlamento da Ucrânia aprovou esta terça-feira uma lei que determina que três quartos dos programas televisivos dos canais nacionais devem ser transmitidos em ucraniano, medida que visa limitar o uso da língua russa naquele país.