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TAAG contrata britânicos para servir de cargueiro para a Europa

A britânica Network Airline Management foi contratada pela companhia aérea estatal angolana TAAG para realizar semanalmente um voo de carga entre Liège, na Bélgica, e Luanda, com recurso a um Boeing 747-400F, um dos maiores aviões-cargueiro do mundo.

A responsável da DGS explicou que as tripulações das companhias aéreas  estão treinadas para detetar quaisquer sinais de doença ou de alarme (Arquivo Lusa)

A responsável da DGS explicou que as tripulações das companhias aéreas  estão treinadas para detetar quaisquer sinais de doença ou de alarme (Arquivo Lusa)

LUSA

A informação consta de uma nota da própria Network Airline Management, especialista neste tipo de frete aéreo, acrescentando que a ligação semanal permitirá transportar até 120 toneladas de óleo, derivados do género e carga geral, "fornecendo capacidade de exportação de Angola para toda a Europa", com as ligações a partir de Liège.

A empresa refere tratar-se de um contrato de "longa duração" com a TAAG, mas sem especificar valores envolvidos no negócio. Acrescenta apenas que será fornecida a Luanda capacidade para transportar carga de grandes dimensões e de peças de até vinte metros de comprimento.

"A intenção será a de desenvolver o serviço duas vezes por semana no futuro próximo", refere a mesma informação da Network Airline Management, que opera com mais de 30 escritórios em todo o mundo.

O presidente do conselho de administração da TAAG, o britânico Peter Hill, admitiu em maio que ainda não será em 2016 que a transportadora aérea angolana pública inverte os resultados negativos, algo que só espera que aconteça num horizonte de três anos.

"A companhia já opera com resultados negativos há algum tempo, o nosso objetivo a três anos é, pelo menos, atingir o 'break-even' [gerar recursos para garantir a operação]. É um grande desafio", admitiu Peter Hill, questionado pela agência Lusa, em Luanda.

O Governo angolano e a Emirates Airlines assinaram em 2015 um contrato de gestão, prevendo a introdução de uma "gestão profissional de nível internacional" na TAAG, a melhoraria "substancial da qualidade do serviço prestado" e o saneamento financeiro da companhia angolana, que em 2014 registou prejuízos de 99 milhões de dólares (cerca de 87 milhões de euros).

Peter Hill foi indicado pela Emirates para administrar a companhia de bandeira angolana, tendo tomado posse no final do ano. Garante que colocar a TAAG a dar lucro é um objetivo: "Se vai acontecer? Eu e a minha equipa vamos fazer de tudo para que assim aconteça", afirmou.

No âmbito do Contrato de Gestão da transportadora pública angolana celebrado com a Emirates para o período entre 2015 e 2019, prevê-se dentro de cinco anos resultados operacionais positivos de 100 milhões de dólares.


Lusa

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