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Toyota planeia ter 25 mil funcionários a trabalhar a partir de casa

A Toyota Motor anunciou hoje que planeia introduzir um sistema de teletrabalho para permitir que 25 mil funcionários desempenhem grande parte das funções a partir de casa.

Reuters/Arquivo

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O líder mundial automóvel negoceia atualmente as condições do referido plano com os sindicatos, com o objetivo de colocá-lo em marcha no início de agosto, confirmou uma porta-voz da empresa à agência de notícias Efe.

O programa poder-se-á estender a quase um terço do pessoal que trabalha na empresa matriz do fabricante automóvel, que conta com aproximadamente 72 mil pessoas na folha de pagamento.

A medida abrangerá quem trabalha há mais de cinco anos na Toyota e na sede que a empresa tem em Aichi (centro do Japão) nos departamentos de recursos humanos, contabilidade ou vendas, a somar a alguns trabalhadores das divisões de I+D e de outras áreas de engenharia, segundo o diário económico Nikkei.

O plano permitiria que os estimados cerca de 25 mil trabalhadores abrangidos ficassem em casa a maior parte do tempo, até ao ponto de apenas ser necessário que se desloquem ao local de trabalho um mínimo de duas horas por semana.

Para prevenir qualquer tipo de fuga de dados, a empresa facultará aos funcionários equipamentos informáticos que apenas funcionam como clientes que dependem de um servidor central.

A Toyota espera que este sistema de trabalho flexível ajude a reter capital humano qualificado e experiente, já que permitiria, por exemplo, aos trabalhadores do sexo masculino dedicar mais tempo aos seus filhos e ajudaria as do sexo feminino a não abandonarem o trabalho depois de se casarem ou de darem à luz, o que costuma suceder no Japão.

Também permitiria reduzir o número de empregados que se demitem para cuidar dos pais, um problema comum no país atendendo à elevada esperança média de vida e ao crescente envelhecimento populacional.

O Japão encontra-se ainda distante de países como os Estados Unidos em matéria de teletrabalho.

Contudo, segundo uma sondagem recentemente divulgada pelo Governo, a proporção de empresas nipónicas que permitem o trabalho à distância passou de 2% em 2000 para 11,5% em 2014.

Lusa

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