sicnot

Perfil

Economia

Bloomberg revê em baixa crescimento do PIB para 1,2% este ano em Portugal

Os economistas inquiridos pela agência de informação financeira Bloomberg na semana passada estão mais pessimistas sobre a evolução da economia portuguesa, antecipando um crescimento do PIB de 1,2% este ano, quando antes previam 1,5%.

(Arquivo)

(Arquivo)

© Rafael Marchante / Reuters

De acordo com a estimativa média dos 22 economistas inquiridos pela Bloomberg, Portugal vai crescer 1,2% este ano e acelerar para 1,5% em 2017, abrandando depois novamente para 1,2% em 2018.

Na sondagem anterior, Portugal crescia 1,5% este ano, 1,6% em 2017 e 1,3% no ano seguinte.

Na base deste abrandamento está a expectativa dos economistas para a segunda metade deste ano: no terceiro trimestre, os economistas pioraram a previsão de crescimento do PIB português, de 1,6% para 1%, e no último trimestre a previsão passou de 1,8% para 1,2%.

O Governo português prevê uma expansão do PIB de 1,8% neste e no próximo ano, e uma ligeira aceleração para 1,9% em 2018, seguida de mais um ponto percentual em 2019 e outro em 2020.

No que diz respeito à taxa de desemprego, as previsões dos economistas são também mais pessimistas que as do Governo: enquanto o Executivo prevê que a taxa fique nos 11,4% este ano e se reduza para 10,9% e 10,4% em 2017 e 2018, os economistas inquiridos pela Bloomberg antecipam que este ano a taxa de desemprego chegue a 11,8%, descendo depois para 11,1% em 2017 e 10,8% em 2018.


Lusa

  • Portugal 2016 em análise
    51:59

    Negócios da Semana

    José Gomes Ferreira em debate com: João Ferreira Amaral - Economista e professor universitário, e Pedro Reis, ex-presidente AICEP. Em análise Portugal 2016: OCDE baixa previsão de crescimento para 1,2 por cento; só o governo mantém o otimismo na previsão do PIB; oposição diz que as contas do governo não batem certo e quanto vai gastar o estado nas ajudas aos bancos

  • Cágado tratado com implante impresso em 3D
    2:26
  • Patrões não aceitam alterações ao acordo de concertação social
    2:25

    Economia

    As confederações patronais foram esta sexta-feira ao Palácio de Belém dizer ao Presidente da República que não aceitam que o Parlamento faça alterações ao acordo de concertação social. Os patrões dizem ainda ter esperança que o Parlamento não chumbe o decreto-lei que reduz a TSU das empresas com salários mínimos.