sicnot

Perfil

Economia

Walmart alia-se a empresa chinesa para desafiar monopólio da Alibaba

A multinacional Walmart assinou um acordo de parceria para entrar na estrutura acionista da empresa de comércio eletrónico chinesa JD, visando desafiar o monopólio da gigante Alibaba na China.

© Kim Kyung Hoon / Reuters

O acordo, anunciado num comunicado conjunto, supõe que a Walmart transfira o controlo da empresa de comércio eletrónico Yiahaodian para a JD, principal rival da Alibaba.

Em troca, o grupo norte-americano fica com uma participação de cinco por cento - valorizada em 1.500 milhões de dólares - na empresa chinesa.

A Walmart obtém ainda direitos especiais nas diferentes plataformas da JD, onde terá uma loja virtual, beneficiando assim da maior implementação e rede de distribuição da empresa local para ganhar terreno no comércio 'online' chinês, que representa 40% do conjunto mundial.

O acordo permite à JD controlar a Yihaodian, uma empresa rival no setor que, ainda que com uma cota de mercado inferior, é uma marca popular em alguns segmentos.

A Walmart entrou na estrutura acionista da Yihaodian em 2012 e, posteriormente, aumentou a sua participação até ter uma participação maioritária.

Em comunicado, o presidente da Walmart, Doug McMillion, destacou o "potencial" que a nova aliança cria para ambas as empresas.

Já Richard Liu, CEO da JD, mostrou-se confiante em que o acordo elevará o comércio eletrónico chinês para um novo patamar.

Estima-se que a Alibaba, fundada por Jack Ma, o segundo homem mais rico do país, controle 90% do comércio eletrónico da China.

A JD, que tem sede em Pequim mas que, à semelhança da sua rival, está cotada na bolsa de Nova Iorque e cresceu nos últimos trimestres a um ritmo mais rápido do que a Alibaba.

Lusa

  • "Quem faz isto sabe estudar os dias e o vento para arder o máximo possível"
    4:15
  • O balanço trágico dos incêndios do fim de semana
    0:51

    País

    Mais de 500 mil hectares de área ardida, 42 vítimas mortais, 71 de feridos, dezenas de casas e empresas destruídas. É este o balanço de mais um fim de semana trágico para Portugal a nível de incêndios florestais.

  • 2017: o ano em que mais território português ardeu
    1:41

    País

    Desde janeiro, houve mais área ardida do que em qualquer outro ano na história registada de incêndios florestais. Segundo dados provisórios do Sistema Europeu de Informação sobre Fogos Florestais, mais de 519 mil hectares foram consumidos pelas chamas até 17 de outubro, o que representa quase 6% de toda a área de Portugal. 

  • "Viverei com o peso na consciência até ao último dia"
    3:00
  • O que resta de Tondela depois dos incêndios
    1:07

    País

    O concelho de Tondela é agora um mar de cinzas, imagens recolhidas pela SIC com um drone mostram bem a dimensão do que foi destruído pelos incêndios. Perto 100 habitações principais ou secundárias, barracões, oficinas e stands arderam. 

  • Moradores reuniram esforços para salvar idosos das chamas em Pardieiros
    2:50

    País

    O incêndio de domingo em Nelas fez uma vítima mortal: um homem de 50 anos, de Caldas da Felgueira, que regressava de uma aldeia vizinha, onde tinha ido ajudar a combater as chamas. Em Pardieiros, no concelho de Carregal do Sal, várias casas arderam e uma jovem sofreu queimaduras ao fugir do incêndio. Durante o incêndio, pessoas reuniram esforços para salvar a povoação.

  • A fotografia que está a correr (e a impressionar) o Mundo

    Mundo

    A fotografia de uma cadela a carregar, na boca, o cadáver calcinado da cria está a comover o mundo. Entre as muitas fotografias que mostram o cenário causado pelos incêndios que devastaram a Galiza nos últimos dias, esta está a causar especial impacto. O registo é do fotógrafo Salvador Sas, da agência EFE. A imagem pode impressionar os mais sensíveis.

  • As lágrimas do primeiro-ministro do Canadá

    Mundo

    O primeiro-ministro da Canadá, Justin Trudeau, emocionou-se esta quarta-feira ao falar de um artista que morreu depois de perder uma luta contra o cancro. Gord Downie, vocalista da banda de rock canadiana "The Tragically Hip", faleceu esta terça-feira, aos 53 anos, vítima de um tumor cerebral.