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Despesa com salários congelada

Despesa com salários congelada

Na carta enviada a Bruxelas, o ministro das Finanças garante que o total da massa salarial paga aos funcionários públicos não vai aumentar em 2017. Esta pode ser uma das principais discussões entre os partidos que apoiam o Governo.

O Bloco de Esquerda já disse que ia batalhar por aumentos reais para a Função Pública no próximo ano. Mas Mário Centeno acaba de dar a resposta na carta a Bruxelas.

O ministro fez as contas e quer alinhar os gastos com a função pública com o ano de 2009, o último em que os trabalhadores do estado foram aumentados.

Na carta escrita à Comissão Europeia, Centeno garante que não haverá aumentos salariais nominais a ser implementados, o que siginifica que não há lugar a qualquer ajuste, nem pela inflação e muito menos acima.

Na carta enviada a Bruxelas, Mário Centeno acrescenta ainda que a reposição dos salários da função pública este ano não vai fazer derrapar as contas do Estado. A explicação surge para justificar que a reposição dos salários não terá custos extra para o Estado no próximo ano.

Bruxelas quer garantias e o Governo acena com duas almofadas que somam quase
600 milhões de euros, uma verba que irá ajudar o Governo a cumprir a previsão do défice.

  • Arménio Carlos quer melhores salários na função pública
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    O secretário-geral da CGTP valoriza o que foi feito pelo Governo até ao momento com a reposição de salários, direitos e pensões, mas refere ser necessária uma melhor distribuição da riqueza. Afirma ainda que medidas de contenção não devem ser feitas nos salários da função pública porque afeta diretamente o desempenho dos trabalhadores.

  • Portugal está no caminho certo para eliminar o défice excessivo
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    A Comissão Europeia vai discutir já na próxima quarta-feira as alegações que o Governo português fez chegar hoje a Bruxelas, para tentar impedir a aplicação de sanções. Na carta enviada à Comissão, o ministro das Finanças reafirma que Portugal está no caminho certo para eliminar o défice excessivo e garante que tem de reserva uma almofada, no Orçamento do Estado, que serve de plano B, em caso de derrapagem das contas públicas.

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    4:04

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    Miguel Sousa Tavares

  • Este texto é sobre o bom senso. O bom senso que faltou a Passos Coelho quando, esta manhã, depois de uma visita pelas áreas ardidas de Pedrógão Grande, decidiu falar em suicídios. Passos não se referiu a tentativas, mas sim a atos consumados. Deu certezas. Disse que tinha conhecimento de “pessoas que puseram termo à vida” porque “que não receberam o apoio psicológico que deviam.”

    Bernardo Ferrão

  • Simplex+2017 promete simplificar burocracia
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    País

    Já está online o novo Simplex+2017, que vai simplificar a vida dos cidadãos, empresas e administração pública. Pagar impostos com cartão de crédito e ter o cartão de cidadão ou a carta de condução no telemóvel são alguns exemplos do que está previsto.

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