sicnot

Perfil

Economia

Cerca de 150 trabalhadores deverão sair do Santander Totta até ao início de 2017

STEVEN GOVERNO

O presidente do Santander Totta, Vieira Monteiro, disse hoje que o banco espera a saída de 150 trabalhadores até início do próximo ano, devido, quer à integração do Banif, como necessidade de menos efetivos pela evolução tecnológica do setor.

"Podem vir a acontecer saídas normais, feitas fundamentalmente em reformas antecipadas e rescisões amigáveis", disse António Vieira Monteiro em conferência de imprensa.

Já questionado sobre o número que poderá ser expectável, referiu que "podem ser 100 a 150" pessoas que vão sair, justificando que essas saídas têm que ver com a integração dos ativos e passivos do Banif - o banco está a fundir as agências com que ficou do Banif às da marca Santander Totta, processo que deverá estar concluído até final do ano - mas também com as alterações de processos no setor bancário.

"As inovações tecnológicas fazem com que as pessoas vão muito menos a agências bancárias, algumas dizem que vão lá uma vez por ano para cumprimentar o gerente de conta, e tudo isto significa alterações em termos de futuro", afirmou o responsável pelo banco português detido pelo espanhol Santander.

No primeiro semestre, acrescentou ainda Vieira Monteiro, saíram do banco cerca de "60 a 70 pessoas".

Em 2015, tinham saído 25 pessoas em termos líquidos, a menor saída de pessoal dos principais bancos portuguesas, segundo as contas anuais publicadas no início deste ano.

O Santander Totta banco tinha, no final do primeiro semestre, cerca de 6.700 trabalhadores incluindo aqueles com que ficou do Banif.

Hoje foi conhecido que o banco teve lucros de 196,2 milhões de euros entre janeiro e junho, mais 89,5% do que no primeiro semestre do ano passado.


Lusa

  • Autocarro com seguranças atacado em Braga
    0:42

    Desporto

    Dois autocarros que transportavam elementos de uma empresa de segurança foram atingidos por tiros e pedras depois do jogo entre o Sporting de Braga e o Vitória de Guimarães. O ataque deu-se a poucos quilómetros do Estádio Municipal de Braga. A PSP e a PJ estiveram no local a recolher provas.