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Confiança dos consumidores portugueses evoluiu nos últimos trimestres

© Jose Manuel Ribeiro / Reuters

O índice de confiança dos consumidores portugueses tem evoluído positivamente ao longo dos últimos trimestres, "o que dá sinais de recuperação de um período de crise", revela o relatório internacional Nielsen "Estudo Global de Confiança dos Consumidores" hoje divulgado.

"Apesar de um decréscimo face ao trimestre passado, Portugal continua a apresentar valores históricos, tendo alcançado 65 pontos, mais oito pontos face ao período homólogo", refere o estudo, que contou com uma amostra de 503 inquiridos em Portugal.

"A média global manteve os 98 pontos do período anterior, ao passo que na União Europeia o índice de confiança aumentou para os 79 pontos (mais um ponto percentual)", adianta.

"O índice de confiança dos consumidores portugueses tem mostrado uma tendência de evolução constante ao longo dos últimos trimestres", aponta o relatório, salientando que isso "dá sinais de recuperação de um período de crise".

De acordo com o relatório internacional da Nielsen, o que preocupa mais os portugueses (29%) é o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.

"Os restantes países europeus não atribuem tanta importância a este fator, que ocupa apenas o 11.º lugar no top das preocupações europeias (8%)", referem.

A saúde é também uma das principais preocupações dos consumidores portugueses (27%), tal como a segurança profissional (26%) e economia (19%).

Relativamente às perspetivas dos portugueses para os próximos 12 meses, quase um terço (29%) dos inquiridos portugueses respondeu estar otimista face às suas finanças pessoais, um quinto disse acreditar que para o próximo ano "será a melhor altura para comprar" o que precisam e 14% afirmou-se satisfeito com as perspetivas de emprego (mais três pontos percentuais face ao período homólogo).

Mais de metade dos portugueses (59%) admite ter modificado os seus hábitos de consumo de forma a poupar.

O estudo foi realizado entre 9 e 27 de maio deste ano e inquiriu mais de 30.000 consumidores online em 63 países nas regiões de Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Médio Oriente/África e América do Norte.

Lusa

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