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Despedimentos mais fáceis e salários mais baixos no Portugal pós-troika

Despedimentos mais fáceis e salários mais baixos no Portugal pós-troika

O resgate financeiro a Portugal tornou o despedimento mais fácil e ajudou a reduzir os salários aos trabalhadores. A conclusão é de um estudo do Banco Central Europeu (BCE), uma das instituições que fazia parte da troika. Um terço das empresas portuguesa admite que, durante e após o programa de ajustamento financeiro, o despedimento tornou-se mais fácil.

  • "Nós somos culpados de termos convencido o FMI"
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    Economia

    O Governador do Banco de Portugal diz que o relatório sobre a atuação do FMI é "uma crítica ao FMI por se ter deixado convencer por nós e ao Banco de Portugal por ter convencido o FMI". Um órgão independente apresentou um relatório sobre a prestação do FMI no programa de assistência financeira a Portugal, que diz que os técnicos da Troika foram demasiado otimistas nas previsões.

  • Relatório arrasa atuação do FMI
    2:14

    Economia

    Um relatório arrasador sobre a prestação do FMI no programa de assistência financeira a Portugal foi apresentado por um órgão independente e revela que os técnicos da troika fizeram mal as contas.

  • Economia portuguesa a crescer
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  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
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    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.